sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Homeopatia para tratamento de TDAH

"Na consulta eu procuro sempre investigar e orientar sobre dieta, estilo de vida, ambiente e dinâmica familiar, essas intervenções podem ser extremamente benéficas. O apoio psicológico é essencial tanto para a criança quanto para os pais, quer se trate de um contexto formal, como de Terapia Comportamental ou de Formação Neurolinguística, quer informalmente com um grupo de apoio."



Por Prof. Dr. Lucas Franco Pacheco
excerto do artigo original publicado neste blog em 14.dezembro.2018
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com/2018/12/homeopatia-para-tratamento-de-tdah.html 

"A droga metilfenidato (Ritalina e Concerta) é da família das anfetaminas, um estimulante do sistema nervoso central, atua aumentando a concentração da Dopamina (neurotransmissor associado ao prazer) entre os neurônios (sinapses), mas faz isso de forma e em níveis não fisiológicos, pode trazer dependência química, pois é da mesma família da Cocaína, considerada um narcótico pela Drug Enforcement Administration (órgão da Polícia Federal do Departamento de Justiça dos Estados Unidos encarregado da repressão e controle de narcóticos. 

O Metilfenidato é vendido com o objetivo de melhorar a concentração, diminuir o cansaço e tornar o indivíduo capaz de acumular mais informações em menos tempo. É necessário cautela no consumo de Metilfenidato pela criança, pois seu organismo ainda está em fase de maturação. É primordial ter cuidado e ser criterioso na indicação da Ritalina. O Brasil é o segundo consumidor de Metilfenidato do mundo, atrás somente dos Estados Unidos.

Alguns Médicos Psiquiatras defendem que se a criança com diagnóstico de TDAH não tomar o metilfenidato ela se tornará um delinquente. O que não é verdade. Nenhuma pesquisa comprovou até hoje está afirmação. Na verdade não existe comprovação de que a Ritalina realmente funcione, de que ela cure e resolva o problema do Déficit de Atenção e Hiperatividade. O que a Ritalina faz é simplesmente dopar a criança, e nenhum estudo garantiu  segurança da droga para estas crianças a longo prazo.

Ritalina, mesma classificação que a cocaína
As reações adversas da Ritalina estão em todo organismo e, no sistema nervoso central, são inúmeras: surtos de insônia, sonolência, piora da atenção e da cognição, surtos psicóticos, alucinações, cefaleias, tontura, efeito zombie like (a pessoa fica quimicamente contida em si mesma) e, o mais grave, aumentam o risco de cometer suicídio. Todos esses dados estão registrados no Food and Drug Administration – FDA. Além disso, no sistema cardiovascular, pode causar hipertensão, taquicardia, arritmia, boca seca, até parada cardíaca. Interfere na hipófise. Altera secreção de hormônios sexuais, diminui a secreção do hormônio do crescimento, logo, a criança fica com a estatura final reduzida. Essa droga age no peso, tira o apetite.(...)

A homeopatia procura tratar cada criança de forma única e individual. Não há Ritalina homeopática. O remédio deve refletir tudo sobre a criança. Uma história detalhada é fundamental para a correta escolha do remédio.


A homeopatia considera cada fator, desde o componente genético até causas específicas possíveis. O objetivo do tratamento é estimular a cura no nível mais profundo e permitir um retorno suave à saúde. A Ritalina e drogas relacionadas podem agir suprimindo os sintomas. Uma queixa comum é que as crianças que utilizam Ritalina sentem-se e agem dopadas, e perdem o lado bom de sua hiperatividade.Existe um lado positivo, que pretendemos manter com a homeopatia. É tão importante nutrir o espírito criativo, a imaginação, a energia e a curiosidade que essas crianças muitas vezes mostram como também é necessário remover os padrões de comportamento inaceitáveis. O tratamento homeopático equilibra essas qualidades, para que a criança possa realizar seu verdadeiro potencial. A Ritalina pode impedir que isso aconteça.

Na consulta eu procuro sempre investigar e orientar sobre dieta, estilo de vida, ambiente e dinâmica familiar, essas intervenções podem ser extremamente benéficas. O apoio psicológico é essencial tanto para a criança quanto para os pais, quer se trate de um contexto formal, como de Terapia Comportamental ou de Formação Neurolingüística, quer informalmente com um grupo de apoio.

A Homeopatia visa oferecer uma cura suave e segura, e pode ser combinada com outras terapias e tratamentos. Eu utilizo frequentemente mesmo quando a criança está em uso de Ritalina. À medida que a criança melhora, a dose de Ritalina pode ser reduzida e gradualmente e até retirada, com o conhecimento e acompanhamento em paralelo dos outros profissionais de saúde envolvidos.

A Homeopatia pode ser uma alternativa  segura e eficaz de tratar problemas comportamentais em adultos e crianças. Pode ser combinado com outros tratamentos, convencionais ou não, conforme necessidade. A mudança pode ser muito positiva e trazer benefícios para a criança, pais, família, escola e grupo social."


  Prof. Dr. Lucas Franco Pacheco, Médico com título de especialista em Homeopatia pela AMHB-AMB.
site: www.doutorlucashomeopatia.com.br
Atende em:
Pouso Alegre - MG: (35) 98801 9501 (Whatsapp) ou (35) 3421 5955
Amparo - SP: (19) 3807 4983 ou (19) 3808 3155



Para ler este artigo na íntegra, clique em: http://doutorlucashomeopatia.com.br/2017/03/27/homeopatia-e-tdah-deficit-de-atencao-e-hiperatividade/?fbclid=IwAR1v2H5XUasgqfdpoS0913jCWG8c-Aer5eOswjHpgSlXGtyiQhSnwz2FngQ 





terça-feira, 9 de outubro de 2018

TDAH e a remoção de adenóides e amígdalas






Por Márcio Iwaí
09.outubro.2018
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com/2018/10/tdah-e-remocao-de-adenoides-e-amigdalas.html
Remover adenóides e amígdalas na maioria das vezes não é a solução. Elas são parte do sistema imunológico, uma da via nasal e a outra da bucal, respectivamente e agem na defesa. Removê-las só estão retirando a consequência e não a causa. Quem remove as amígdalas irá continuar com problemas, só que agora na faringe. Remoção de adenóides se torna imprescindível apenas quando o quadro está muito comprometido. 
O que é necessário é realizar um trabalho de reeducação muscular para fazer o nariz e a boca funcionarem de forma adequada. Desvio de septo e ou inflamação de cornetos da via nasal precisam ser tratados, caso haja necessidade.
Hábitos parafuncionais da musculatura podem provocar um mau hábito de respirar pela boca, que consequentemente provocará inflamação de adenóides, o que irá dificultar mais ainda quando a criança quiser respirar pelo nariz, pois na respiração bucal o ar entra frio, sujo e seco.
Respirar pelo nariz pode ter um ganho de até 30% de oxigênio em comparação à respiração bucal e o cérebro que é o órgão mais importante do nosso corpo necessita disso pra funcionar melhor. 
Faça uma caminhada respirando pela boca e depois faça a mesma caminhada respirando pelo nariz e veja a diferença. 

O sono do respirador bucal não é reparador, pois é muito agitado e tem diversos despertares e durante o dia a criança briga pra não dormir, a concentração e memória vão estar afetadas. A maioria dos profissionais não estão levando em conta o respirador bucal e estão diagnosticando o TDAH precocemente.

Márcio Iwaí é cirurgião dentista, com curso avançado em Ortodontia Miofuncional
Rua João de Deus, 476
Tel 3591-8538 - Osasco - SP


Mais, do mesmo autor, neste blog:

Crianças, psicofármacos e o direito à voz




"De fato parece que não existem limites quando o assunto é a criação de novas categorias para novos medicamentos. Nas palavras de Quinet (2006), quanto ao aumento do consumo de medicamentos psicotrópicos, é oportuno questionar se, ao invés “de termos drogas cada vez mais eficazes para combater novos males decorrentes da transformação da sociedade, será que não são os ‘males’ que agora são criados e categorizados em novas síndromes para serem então tratados pelas novas drogas?” (p. 22).
Dessa forma, pode-se dizer que esse discurso é transportado para o terreno da subjetividade humana, o que implica refletirmos sobre a necessária adequação para se viver em uma sociedade onde impera ideais transformados em dever de bem-estar e de felicidade. (...)
A criança, segundo as ideias de “possibilidade” e “futuro” que permeiam a noção de infância como uma fase da vida, passou a corresponder à expectativa dessa conjunção representativa. Dito de outra forma, a criança passou a ter o dever de contemplar a demanda de ser comportada, brilhante e capaz (Priszkulnik, 2002). Uma concepção em que há uma sobreposição do conceito de criança, enquanto sujeito de uma fase que pode ser adaptada segundo os interesses de determinado conjunto histórico, cultural e social. 
Atualmente, com o aumento de receitas por psicotrópicos na infância, o que se evidencia é que a criança tornou-se um objeto privilegiado do discurso médico-neurocientífico que, como pretendemos salientar, passou a buscar sua supressão através do silenciamento de comportamentos em “desajuste”. Nessa sobreposição, o que ocorre é que a criança começou a ceder o seu lugar de sujeito (e isso pode ser feito graças às ferramentas técnico-científicas) em prol de uma adaptatividade impossível.
Desse modo, propomos a seguinte questão: Entre os psicofármacos e o silenciamento da subjetividade, não estamos diante da mesma concepção de infans, isto é, daquele que não fala? Frente a tamanhos avanços tecnológicos e científicos parece que estamos a retroceder a um tempo em que a criança não tinha direito à voz.


Excerto do original de ADRIANA SIMÕES MARINOPsicóloga, Psicanalista, Mestre em Psicologia Clínica pelo Instituto de Psicologia da USP (IPUSP, membro do projeto de pesquisa A Psicanálise e a criança: a infância e o infantil (CNPq), do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da USP. Especialista em Psicopatologia e Saúde Pública na Faculdade de Saúde Pública da USP (FSP). Faz formação continuada em psicanálise na Escola de Psicanálise dos Fóruns do Campo Lacaniano (EPFCL-SP) e graduação em Filosofia na USP (FFLCH).
http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/polemica/article/view/5274/3867

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Adolescentes, Idéias de Suicídio e o Uso de Psicotrópicos


A taxa de autoagressão deliberada entre crianças e adultos com 24 anos de idade  (ou mais jovens) que iniciaram a terapia com altas doses, foi aproximadamente duas vezes maior do que entre pacientes pareados que iniciaram a terapia com dose modal (Matthew Miller, MD) 




Por Tassi Livi, Marise Jalowitzki e Claudio Rhein, MD
13.setembro.2018
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com/2018/09/adolescentes-ideias-de-suicidio-e-o-uso.html

Um adolescente (ou, por vezes, crianças pequenas, mesmo), usam a droga psiquiátrica que os pais permitiram que usassem e, em grandes doses, tentam o suicídio. O que nós, adultos, do alto de nossa ignorância, poderíamos deduzir? Todo adolescente é imprevisível (nós já fomos assim, também!) e, uma característica dos dias atuais, a baixa resiliência, o não saber lidar com as frustrações. O que acontece? Este(a) adolescente está cansado(a) da vida que leva, não vê perspectivas de melhoria, não tolera tanta recriminação e quer por um fim a tudo isso? Ou, também, associado ao quadro conflitante em que vive, sabe que o psicotrópico é "paulada" e usa como recurso para acabar de vez com tudo? Ou, ainda, quem vai querer olhar de frente a situação e ver que os próprios medicamentos pesados induzem ao desespero e às idéias e planos de suicídio? Pois é, vamos analisar todo este coquetel? Embora muitos pais e mães se enfureçam quando se fala em suicídio induzidos por psicotrópicos, a verdade é esta: eles induzem, sim, está na bula e em inúmeros estudos científicos. Nesta edição transcrevo a contribuição de Tassi Livi, mãe e profissional da Saúde, sempre acreditando e praticando a Saúde Integral:

Tassi Livi: E ai, quando estou terminando meu plantão no Pronto Atendimento... eis que surge na emergência uma adolescente de 14 anos que tentou suicídio. E tentou com o que?? 50 comprimidos de RISPERIDONA. Vcs imaginam agora o que senti, quando vi que ela fazia uso desse medicamento para ¨ficar bem¨, ¨ter atenção¨, ¨ficar mais calma¨....na bula diz que em adultos Risperidona é indicada para a esquizofrenia ou para o tratamento de outros distúrbios psicóticos, no tratamento de sintomas como alucinações, delírios, distúrbios do pensamento, pobreza de discurso, agressividade, desconfiança, isolamento emocional e social. E é fortemente contra indicada para adolescentes abaixo de 15 anos. Deve ser prescrita com cautela máxima a pacientes acima desta idade e com indicações bastante criteriosas.... terminei o plantão bastante pensativa e triste pois o que mais vejo em situações de tentativa de suicídio é adolescentes que já fazem uso de algum psicotrópico ou antipsicótico.... triste realidade... 

Vou deixar um exemplo muito comum e que todos que já tiveram cães conhecem ou se não tiveram já ouviram falar. Se um cão é deixado dentro de casa sem a devida quantidade de exercícios diários de que precisa (uns necessitam mais, outros, menos) o que acontece? Ele se torna amoroso, obedece os comandos, come bem, dorme bem OU se ele se torna agressivo mesmo sendo amoroso, não come bem, não dorme bem, é agitado, impulsivo, desafiador (seria o caso de ser diagnosticado com TOD?) Ele não obedece, não quer ficar parado, não se comporta como deveria, apesar de ser amado por todos da casa e demonstrar amor recíproco. E ai chegaram a alguma conclusão? Então porque com uma criança seria diferente?

E, conforme Dr Claudio Rhein o que a criança tem que não pára quieta e não consegue concentração, se chama ADRENALINA. Sendo assim é preciso transformar isso em ENDORFINAS. As endorfinas regulam emoções (estados de estresse, ansiedade, descontrole emocional, nervosismo, desatenção, hiperatividade). Se a criança ainda manifesta descontroles de toda ordem é porque não faz a atividade diariamente e na quantidade correta. São crianças que ficam em computadores, tablets, celulares, televisão, recebendo toda ordem de emoções, energia elétrica (sim, pois todo eletrônico tem um campo de energia ao redor. Por isso não se deve deixar nada ligado em tomadas no quarto onde a criança dorme). SEMPRE vai ser mais fácil medicar. E ai entram todos os efeitos colaterais. Pode não haver agora, pode na melhor das hipóteses parecer funcionar mas o corpo um dia cobra, a mente um dia cobra. Nenhuma química fica sem resposta. Vale a pena todo esforço em não medicar. E nos tempos ruins, muito amor, muito abraço, muito "eu também fico de mau humor às vezes" porque ninguém, REPITO, ninguém está cem por cento do tempo feliz, quieto, atencioso, sorrindo.... (Claudio Rhein, MD, é de Caxias do Sul - RS, médico formado na medicina convencional (alopatia) e também na MTC - Medicina Tradicional Chinesa. Participa do Congresso Nacional de Psicossomática, de 19 a 22 de Setembro.2018)





 






Tassi Livi é de Caxias do Sul - RS




Comentários relevantes: 

A.R.Santos comenta: Infelizmente eu vi os efeitos negativos da risperidona em meu filho, em apenas 3 meses de uso, mas graças a Deus deu tempo de reverter algumas coisas, e em mim vi o efeito da ritalina, tanto o que pareceu me ajudar, quanto os efeitos com o tempo, e os rebotes e abstinência quando parei.

V.L.Yorks diz: Também trabalho em emergência e realmente tem muito adolescentes hoje em dia tentando o suicídio com a ingestão de medicamentos...na maioria medicações que já vem usando...e também já peguei menino de 14 anos que tomou risperidona em excesso...propositalmente...


P. Freitas comenta: Quase matei minha filha com Risperidona, quando cheguei no hospital ela estava toda mole, babando, não gosto nem de lembrar. E ela consumiu somente 1 comprimido ou meio se não me engano (já faz um tempo ela tinha uns 7 anos) NUNCA MAIS não gosto nem de ler esse nome. E ela vai muito bem, obrigada!


Marise: Nenhum psicotrópico, seja antidepressivo, ansiolíticos ou o que seja é "excelente", nem deveria ser receitado a não ser em casos graves-agudos, devidamente monitorado e por tempo determinado!! Uma criança de DOIS aninhos que recebeu risperidona, com certeza tem avarias, sejam físicas, sejam neurológicas e isto vai aparecer, mesmo que demore. Não existe droga psiquiátrica que não cause dano, mesmo que as doses administradas sejam consideradas "pequenas". Um cérebro infantil, em pleno desenvolvimento, tem todas as partes permeáveis e a droga química perpassa qualquer uma delas, causando estragos que o tempo há de mostrar. Um cérebro se formata entre os 25 e 30 anos!


B. Medeiros assevera: Infelizmente hoje temos muitos médicos indicando remédio psiquiátrico para qualquer coisa e o pior para crianças que muitas vezes não sabem nem dizer aos pais direito o que realmente estão sentindo. Eu como dependente de antidepressivo posso dizer que lá na frente, quando o responsável pela criança acordar será tarde demais. O médico receita, mas o pai e a mãe são responsaveis por saber se o remédio está ou não fazendo bem a seu filho.


Marise: Que continues sempre com esta consciência certeira, B. Medeiros e como eu queria que pais e mães lessem este teu comentário, pois aqui está o que realmente acontece!! Tenho amigos, infelizmente, que lamentam a decisão dos pais, quando eles (crianças) nem tinham consciência do que acarretaria este "tratamento". E, sim, mesmo os médicos que percorrem o mundo dando palestras e promovendo seminários antimedicalização da infâncias, declaram o quão difícil (quase impossível, mesmo!) uma pessoa que recebeu psicotrópicos desde a infância, conseguir se livrar deles na idade madura!!


A.R. Santos arremata: Risperidona tira todo o prazer que a pessoa possa sentir nas coisas do dia-a-dia, por isso muitos adquirem a compulsão alimentar, pra tentar ver se conseguem sentir prazer na alimentação, e assim só piora a situação e tristeza da pessoa. Muito triste!!!



Marise: Para os que medicam seus filhos e acreditam estar fazendo o seu melhor": Médicos criteriosos afirmam que, mesmo nos casos graves-agudos, a medicação psicotrópica não deve ser administrada mais do que um, máximo dois anos. Mesmo tendo tentado as outras medicinas, convém tentar novamente, para que a criança receba medicação adjuvante, que vai promovendo o desmame.



Querendo, leia também: 







E também:






08.abril.2018
Por Marise Jalowitzki

Mais sobre suicídio:
(Clique no título de seu interesse)

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Um mês do suicídio de garoto com depressão 
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E conheça este estudo do Dr. Matthew Miller (estudo independente, não financiado pela indústria farmacêutica): 

Dose antidepressiva, idade e o risco de automutilação deliberada









segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Atitude paterna auxilia MUITO nestes tempos densos de excessiva medicalização de crianças


Por Marise Jalowitzki
27.agosto.2018
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com/2018/08/atitude-paterna-auxilia-muito-nestes.html

Tempos densos!
Um pai aqui do Grupo TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM (Facebook), quando foi rebater que o médico não poderia "diagnosticar" só olhando, nem receitar na primeira vez, e citou a Lei do CONANDA - Conselho Nacional dos Direitos da Criança e Adolescente (pertence ao Ministério da Saúde), ouviu do médico: "Eu olho uma vez pra um garoto com diarréia e sei o que preciso receitar pra ele parar de ca...! Com tdah é o mesmo! tá na cara!" Muito irado, o pai se levantou, pegou seu filhote pela mão e saiu. É esta negligência criminosa e irresponsável que precisa ser denunciada!

Outro pai deixou este comentário:
"Estamos passando por este processo de extrema pressão da escola para usar a droga psiquiátrica, e só usaremos medicação como última alternativa. Temos que ser perseverantes e também críticos de todos os processos. Sempre procurar alternativas e soluções mantendo a mente aberta para outras terapias e tratamentos. Vejo profissionais que em 30 minutos de consulta já dão diagnósticos e aí da tem.a cara de pau de indicar onde comprar o remédio, sem comentários."

E mais outro comentário de pai:
"Parei de cobrar mudanças do filho, mudei EU e tô colhendo cada vez mais abraços, Professora, Gratidão mesmo por semear a lanço amor, compreensão e paz entre pais e filhos. Agora estou sempre compromissado em plantar mais amor e colhendo mais amor e confiança."


Ah! Como é preciso mais pais assim!
Os filhos agradecem! 
As mães agradecem! 
O Planeta PRECISA!
Metada da cura já está só na atitude deste pai!

Avante!

Sobre a Lei que recomenda mais critério dos médicos: CONANDA publica resolução pelo fim da prescrição excessiva de medicamentos para crianças e adolescentes no tratamento de problemas relacionados à aprendizagem, ao comportamento e à disciplina - https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com/2015/12/tdah-conanda-publica-resolucao-pelo-fim.html

Sobre TOD: https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com/2018/08/rabalhando-com-temperamentos-infantis.html e também: TOD - Transtorno Opositivo Desafiador
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/04/tod-transtorno-opositivo-desafiador.html


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.marisejalowitzki.blogspot.com.br 

LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade