terça-feira, 27 de junho de 2017

Seu filhote ainda faz xixi na cama? Fisioterapia urológica ao invés de medicação – Relato de Mãe

fisioterapia urológica, nada de tofranil - imipramina - foram indicadas 10 sessões - bastaram 5!




Por Marise Jalowitzki

Recebi o questionamento de uma mãe que levou sua menina de 8 anos ao médico, pois a pequena faz xixi na cama frequentemente, independente se toma líquido antes de dormir ou não. O médico, em uma única consulta de 5 minutos, receitou Tofranil (imipramina) e disse pra voltar em um mês. A menina não se deu bem com a medicação e continuou com a enurese. A mãe, preocupada, pergunta o que fazer.
Sabemos que, em uma grande quantidade de situações, o fato de não segurar o xixi enquanto dorme pode estar ligado a fatores emocionais como medo, angústia, ansiedade. É bem importante que pais reflitam sobre este aspecto, acompanhem as emoções vivenciadas pelo filho durante o dia, estabeleçam um diálogo aberto, disposto à escuta. Muita coisa se resolve assim, com uma boa conversa, rotineiramente. Noutras vezes, fica importante proporcionar uma terapia psicológica à criança, pois nem sempre ela consegue se abrir com os pais ou mesmo reconhecer o que está causando este suposto medo. Também os Florais, Homeopatias e Fitoterápicos podem ajudar. E, neste artigo, vamos comentar também sobre outro tipo de tratamento: a fisioterapia urológica.

Sobre o Tofranil - cloridrato de imipramina = Imipramina

Quanto à imipramina, ela nem deveria estar tomando, receita que nem deveria existir, pois a imipramina pertence aos antidepressivos tricíclicos, que não são liberados para crianças, especialmente para casos diagnosticados como TDAH.

A FDA (Foods and Drugs Agency - Agencia Reguladora de Alimentos e Drogas dos EUA) e o NIMH - National Institute of Mental Heath - Instituto Nacional de Saúde Mental, orgãos cujas diretrizes o Brasil segue, não liberam este psicofármaco (imipramina) para crianças, somente para indivíduos a partir dos 18 anos. O uso no Brasil, portanto, é "off-label" - "fora-de-rótulo", “fora de autorização”, ou seja, está sendo receitado para indicações não aprovadas pelos órgãos oficiais por ocasião da autorização de comercialização.

(Ao final desta página, veja link sobre imipramina)

Esta orientação (de não receitar antidepressivos tricíclicos para crianças) não vem sendo seguida por muitos médicos brasileiros, ou por desconhecimento ou imperícia mesmo!
Antidepressivos tricíclicos são denunciados todos os dias como uma das maiores causas de suicídio, especialmente entre jovens. Suicídio é a 3ª causa de morte entre adolescentes e jovens.

Efeitos colaterais adversos aparecem logo ou um tempo após a ingestão de psicotrópicos

A maioria dos psicofármacos começa funcionando bem. Os pais sentem um alívio, a escola para de pressionar, o médico fica satisfeito por ter “acertado”... a criança, achatada, “finalmente” resolveu se aquietar!... Depois de um determinado tempo, volta ao que era antes, ou piora, ou aparecem outras complicações (que os médicos chamam de comorbidades). São, na verdade, efeitos colaterais dos medicamentos. Psicotrópicos tem TANTA contra indicação que os médicos, por vezes, nem conhecem todos os efeitos colaterais e, aí, receitam um que interage com o outro, o que só faz piorar!!... Mais a alimentação indevida, o entorno (mundo adulto) que não para pra pensar em sua parcela de responsabilidade [e necessária mudança] e a zorra está feita – nas costas da criança, claro e, por tabela, na dos pais que não sabem mais o que fazer.

Psicotrópicos não são para crianças. Na verdade, não servem para ninguém por muito tempo. Mas, o estrago que fazem em um corpinho em desenvolvimento, afetando outras áreas do cérebro, trazendo efeitos devastadores também no físico, isto ainda não se divulga com a regularidade que deveria.

Cabe aos pais tomar a decisão de continuar administrando ou parar, com o devido acompanhamento, substituindo gradativamente por medicações das outras medicinas e mais práticas alternativas.

Querendo, há mais para ler e se informar. - http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/04/o-lucas-tem-acordado-meio-confuso.html - 

http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/01/tdah-quando-o-adolescente-chora-e-pede.html - Tratamentos homeopáticos atendem a estes sintomas sem os efeitos adversos do Tofranil (ou outros). Abs Marise Jalowitzki

Seu filhote ainda faz xixi na cama? Fisioterapia urológica ao invés de medicação – Relato de Mãe

A mãe Priscila T., depois de cansar de tanta receita de medicação pesada para seus filhotes de 6 e 9 anos, resolveu pesquisar sobre alternativas. Encontrou a fisioterapia urológica. Leia o relato:

 “Meus filhos tinham enurese noturna e a melhor coisa que recomendo hoje a fazer é fisioterapia urológica. Um dos medicamentos receitados era o Tofranil (imipramina) para a enurese... imagina tomar a vida toda isso se não curasse! Aí fiz a fisioterapia e apenas em 5 sessões mudou tudo. Bem melhor que dar remédios a estes anjos...
Nem eu sabia que existia...rsrsrs... aí, de tanto a médica receitar qualquer coisa, sem resultado, comecei a pesquisar e achei isso. Foi uma maravilha...  só que é preciso suspender a medicação que ele está tomando, senão você não irá ver se a fisioterapia está fazendo efeito. Eu fiz ao final do ano passado nos meus dois meninos de 9/6 anos.

Consiste em uns choques que eles ganham no meio da perna, coisa leve para estimular a vontade de fazer xixi durante o dia. Também tem que fazer teu filho ir ao banheiro a cada duas horas e em seguida toma água. Fiz 5 vezes, era pra fazer 10 e nem precisou. Eles só fazem xixi agora se bebem líquido muito tarde da noite, mas é bastante raro acontecer...


Acho um pecado estes médicos só receitar medicação para crianças, sendo que existem outros meios.. o meu tem tdah e eu optei pelo floral. Tem de ter paciência, mas ajuda. Estes remédios pra esta idade é muita química...” 

Em concordância total!

Novas terapias
O biofeedback e a eletroestimulação de superfície são novas opções terapêuticas para as crianças com distúrbios miccionais. 
O biofeedback é uma técnica desenvolvida nos anos 60 para pacientes neurológicos, mas que na prática urológica pediátrica tem pouco mais de 10 anos. Permite que a criança, primeiramente, tome consciência do funcionamento da musculatura perineal e, a partir destas informações, possa trabalhar para melhorar a qualidade do esvaziamento da bexiga. 
A eletroestimulação sacral transcutânea é uma técnica segura e comprovadamente eficaz* para o tratamento de crianças com bexiga hiperativa. Tem vantagens sobre os tratamentos farmacológicos, como a inexistência de efeitos adversos.

Do LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
"Neurofeedback
Determinados estudos evidenciam que a principal característica neurológica do TDAH é um excesso de ondas de baixa frequência (ondas lentas) no córtex frontal, não permitindo a transmissão adequada de impulsos nervosos entre os neurônios. As descargas elétricas são a base de transmissão de informação entre os neurônios, responsáveis pelo funcionamento do cérebro. Sendo o córtex pré-frontal o responsável pelas funções de controle voluntário da atenção, planejamento, julgamento, tomada de decisão, autocontrole, e outras, surgem então os sintomas do TDAH. 




Segundo o EEG Spectrum Affiliate (República Tcheca) neurofeedback ou neurobiofeedback é um conjunto de procedimentos baseados no processo de reforçamento condicionado, no qual se aprende a controlar a frequência das ondas cerebrais. Esta alteração atua sobre a base biológica do transtorno, proporcionando então um efeito duradouro e não apenas momentâneo como os produzidos pelos psicoestimulantes (estimulação química). 

O treinamento de neurofeedback é um procedimento indolor, não invasivo. Um ou mais sensores são colocados sobre o couro cabeludo, e uma em cada orelha. As ondas cerebrais são monitoradas por meio de um amplificador e um instrumento baseado em computador, que processa o sinal e fornece a informação adequada. Isto é apresentado ao paciente, por meio de um jogo de vídeo, ou outro monitor de vídeo, juntamente com os sinais de áudio. O indivíduo é convidado a conduzir o jogo de vídeo com seu cérebro. 

Com o aumento da atividade de banda em frequência desejável, o jogo de vídeo se move mais rápido, ou alguma outra recompensa é dada. Com a atividade em aceleração diversa da banda, o vídeo game é inibido. Aos poucos, o cérebro responde convenientemente aos estímulos que estão sendo dados, e uma "aprendizagem" de novos padrões de ondas cerebrais ocorre. O novo modelo é mais próximo do que normalmente observado em indivíduos sem essas deficiências.

O tratamento pode durar de 30 a 60 sessões de, em média, 45 minutos (a primeira dura 2h). Essa é uma alternativa para pleitear uma redução da medicação ou até mesmo a extinção do tratamento medicamentoso (metilfenidato), uma vez que consiga, após o tratamento com neurofeedback, aumentar sua frequência cerebral. A durabilidade do tratamento, ao contrário dos medicamentos psicoestimulantes, acontece de uma maneira duradoura e sustentada.


No caso do TDAH, a impulsividade, distração e hiperatividade podem todos responder ao treinamento. Isso pode levar a muito mais bem sucedido desempenho escolar. As funções cognitivas podem melhorar bem. Em vários estudos controlados, foram encontrados aumentos de 10 e mais pontos no QI de um grupo representativo de crianças com TDAH. O comportamento pode ser modificado em outros aspectos também: Se a criança é muito birrenta, é beligerante, e até mesmo violenta ou cruel, esses aspectos de comportamento podem ficar controlados na criança... Aqui também cabe ponderar..." (pág 121 e 122 - Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM de Marise Jalowitzki)

 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade


Querendo, leia:

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/04/o-lucas-tem-acordado-meio-confuso.html


Que nossos pequenos possam viver a Vida que vieram para viver, ditada por Aquele que Nos Fez!




sexta-feira, 23 de junho de 2017

Uso de Essencias Florais para tratamento de TOC -Transtorno Obsessivo Compulsivo


Trazer paz para a mente sem intervenção medicamentosa.   



WALNUT
 – Juglans régia - Dificuldade de se adaptar em períodos de transição e ou mudança. Sofre influências externas do presente e do passado. 
Mantém a individualidade, não se afeta por opiniões ou influências. Rompe laços do passado. Constância e proteção contra influências externas.

"Florais de Bach não tratam doenças, mas emoções em conflito. E, a partir do equilíbrio emocional o paciente pode ter sucesso maior no tratamento de patologias. É por isso que chamamos os Florais de Bach de terapia complementar". (Maria Aparecida das Neves, terapeuta floral,  educadora da Fundação Dr. Edward Bach)
De Daniel Covollo Mazzo (Whats 11-96503-1530)
Veja o que diz Edward Bach em um dos seus textos sobre Walnut: “Para aqueles que têm ideias e ambições definidos e os estão realizando, mas em algumas ocasiões ficam tentados a abandoná-los, levados pelo entusiasmo, convicções ou fortes opiniões dos outros. Esta essência proporciona constância e proteção contra influencias externas.” [1] Dr. Edward Bach 
Mais comentários A respeito do floral: ele também pode ser usado para períodos de adaptação na vida, como uma mudança de endereço, o nascimento de um irmão, mudança de escola e muitos outros.
Observação importante: conforme comentado pelo dr. Bach e também por tantos pesquisadores, os florais de Bach e os outros, tratam as pessoas, e não determinados sintomas específicos. A apresentação acima, apresenta uma ideia do floral. Em casos mais complexos ou dificuldade na escolha de seu floral, é muito conveniente marcar uma consulta de terapia floral, para elucidar com mais qualidade as emoções que a pessoa apresenta e fazer um tratamento terapêutico. (https://www.danielmazzo.com.br/walnut/)


Para entender mais sobre o tema, assista também o filme MELHOR É IMPOSSÍVEL (trailer legendado aqui: https://www.youtube.com/watch?v=IPehrG9caBw) 

Uso de Essencias Florais para tratamento de TOC - Transtorno Obsessivo Compulsivo

Por Rosângela Teixeira
  • Walnut (Florais de Bach) - (Filaree- é o equivalente para os Florais da Califórnia)por exemplo, está sempre presente nas situações de TOC (Transtorno Obssessivo Compulsivo) especificamente para alívio da ansiedade e aflição;
  • White Chestnut é indicado para os pensamentos recorrentes (aqueles que não saem da cabeça) e preocupações que não dão descanso à mente, a pessoa expresse ou não;
  • Rock Water para o padrão de perfeição excessivamente rígido, baseado em ideais de disciplina e controle. Essência usada para flexibilizá-la, levando-a a aceitar os obstáculos que por ventura possam surgir em sua vida;
  • Cherry Plum para que controlasse seus pensamentos e a si própria;
  • Aspen é indicado para o medo constante de que algo pudesse acontecer;
  • Mimulus para o medo de morte e medos em geral;
  • Impatiens para a impaciência, nervosismo e inquietação que seu quadro gera.

Queredo, leia o CASE de uma mulher adulta, na íntegra:

Este caso contempla o período de um ano no tratamento de uma mulher, S. casada, cinqüenta e nove anos, e tem como objetivo maior mostrar a importância do uso da terapia floral no tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Com isto, espero que mais pessoas possam beneficiar-se desta modalidade de cura, recuperando a paciência, a vontade, a persistência e a esperança na luta em busca de sua paz interior.

A essência Master deste processo terapêutico foi a Filaree, que considero a flor para o TOC. Ela sozinha trabalha perfeccionismo, controle, obsessões, rituais, compulsões, tiques, ansiedade, ou seja, todos os temas que acometem uma pessoa com este transtorno, ampliando a perspectiva e devolvendo a proporção correta da situação. 

Filaree fala especialmente de tudo que é obsessivo, compulsivo e repetitivo. Observo que quando Filaree entra na fórmula ela proporciona um sutil desapego, como se desligassem um botão ou afrouxassem uma corda.

O meu objetivo em um ano de tratamento foi alcançado. As essências permitiram à paciente conforto, autoconhecimento e, conseqüentemente, autocontrole. Ela ainda precisava de seus rituais (chinelos, limpeza da varanda). Mas não era esperado que, em tão pouco tempo ela tivesse alcançado forças para abandoná-los. Sabemos que o portador de TOC, mesmo quando leve, vive aprisionado em sua mente e um ano de tratamento é pouco tempo para que ela tivesse encontrado a chave da sua “prisão”.

O que minha cliente e eu devemos às essências florais é o controle do caso em tão pouco tempo e a manutenção da sua qualidade de vida. O TOC é um transtorno de ansiedade de curso crônico e progressivo e para que se tenha algum resultado, é fundamental que o tratamento seja medicamentoso e psicoterápico. Durante esse tempo de tratamento, S. não precisou procurar ajuda médica, mantendo-se bem apenas com o tratamento floral. Segundo Ana Beatriz Barbosa da Silva, em seu livro Mentes e Manias, Ed. Gente, “o TOC é considerado a doença autoimune da mente, que aprisiona a pessoa numa falsa sensação de segurança, roubando-lhe qualquer possibilidade de liberdade e paz”São pessoas que sofrem muito. Por isso, acho que conseguimos um grande resultado com os florais: Trazer paz para sua mente sem intervenção medicamentosa.         

Descrição do caso
S. procurou-me com um quadro de pânico e com forte depressão. Percebi de imediato que o pânico representava a expressão de algum conflito interno e para que esse episódio não mais voltasse a ocorrer, precisaríamos descobrir o motivo desencadeador. Dada a gravidade do caso, combinamos eu e ela nos vermos inicialmente uma vez por semana.
           
Os florais ajudaram-na a reorganizar-se e vencer o pânico sem precisar fazer uso de medicamento físico-químico. Sua rotina voltou a ser com antes, viajando e passeando como sempre fez: “Estou ótima”. A depressão também havia melhorado, voltando a ter ânimo e disposição na realização de tarefas diárias. Mas não é meu objetivo com este caso, ater-me nesta fase da terapia de S.           
Com a continuidade da terapia, ela foi demonstrando um estado de preocupação persistente e excessiva com a saúde dos seus e dela própria e, também, sobre uma possível perda ou afastamento envolvendo figuras de sua família. O estresse proveniente desses pensamentos causava-lhe grande ansiedade e nervosismo: “Penso muito, por isso não posso ficar parada. Tenho que me ocupar”. Percebi que sua mente era invadida, repetidamente, por pensamentos desagradáveis e impróprios causadores de grande aflição e ansiedade. Além de pensamentos com conteúdos trágicos em relação a sua família e ela própria.
        
As sessões posteriores indicavam-me que eu poderia ter em mãos um caso de Transtorno Obsessivo-Compulsivo. Freqüentemente, as pessoas acometidas por esse tipo transtorno escondem de amigos e familiares idéias e comportamentos, tanto por vergonha quanto, por terem noção do absurdo das exigências auto-impostas. Além disso, S. ignorava que seus sintomas poderiam fazer parte de um tipo específico de psicopatologia. Em função disto sabia que minha abordagem floral e psicoterápica deveriam ser cercadas de bastante cautela. Por isso, a primeira fórmula específica foi em janeiro de 2006 e teve como objetivo aliviar sua ansiedade e pensamentos (obsessões).         
  • White Chestnut para os pensamentos ruminantes e preocupações obsessivas que não dão descanso à mente e que independem de sua vontade;
  • Rock Water para o padrão de perfeição excessivamente rígido, baseado em ideais de disciplina e controle. Essência usada para flexibilizá-la, levando-a a aceitar os obstáculos que por ventura possam surgir em sua vida;
  • Cherry Plum para que controlasse seus pensamentos e a si própria;
  • Red Chestnut para a preocupação exagerada com a saúde de seus familiares;
  • Chicory para desapegar-se dos seus;
  • Aspen para o medo constante de que algo pudesse acontecer;
  • Mimulus para o medo de morte e medos em geral;
  • Impatiens para a impaciência, nervosismo e inquietação que seu quadro gera;
  • Scleranthus para trazer equilíbrio nos momentos de extrema instabilidade e aflição comum nesses quadros;
  • Walnut para diminuir sua sensibilidade e poder eliminar comportamentos que a prejudicavam;
  • Sweet Chestnut para o forte desespero e angústia que seu estado a fazia sentir;
  • Cerato porque as pessoas que sofrem de qualquer tipo de transtorno de ansiedade possuem um padrão de muita insegurança. Para confiar na própria orientação interior;
  • Arnica essência importante na fórmula devido aos traumas que sofreu ao longo de seu casamento, e que parecem que permanecem alojados em seu corpo físico e na sua alma;
  • Scotch Broom outraessência fundamental que deve fazer parte das fórmulas de pessoas que sofrem de qualquer tipo de transtorno de ansiedade, pois estas pessoas nutrem uma visão negativa do mundo, tornando-as pessimistas e sem esperança;
  • Filaree para alívio de sua ansiedade e aflição e também pela minha suspeita de S. ser portadora de TOC, já que esta flor representa, para mim, o arquétipo de tal transtorno;
  • Canyon Dudleya foi usadapela minha suspeita de tratar-se de um transtorno de ansiedade no qual existe um medo excessivo, tornando as situações exageradas.  E também, para que não supervalorize o conteúdo de seus pensamentos a ponto de considerá-los causadores de acontecimentos trágicos. Para mim esta essência é fundamental em todas as fórmulas florais dos portadores de qualquer transtorno de ansiedade.
Esta fórmula foi administrada por via oral, quatro gotas, quatro vezes ao dia durante dois meses. Depois disso, ela ficou bem mais tranqüila e relatou que sentiu mais sono do que normal.
Estágio I – LIBERAÇÃO, RELAXAMENTO OU REJUVENESCIMENTO:
Como a fórmula foi indicada, basicamente, para medo e ansiedade, eu acredito que minha paciente reconstelou esta questão, uma vez que não ficou tão submersa nessas emoções, respirando mais aliviada e sentindo mais sono que o normal.
              
Mas surpreendeu-se quando voltou ao passado, falando de seu casamento e o trauma da separação já que era hábito usar o tempo de sua sessão em conversas triviais que, eu sabia, tinham um único objetivo: desviar a minha atenção e a dela sobre o tema principal de sua procura aos florais: o TOC. Sempre respeitei seu comportamento e resolvi esperar pelo momento em que ela sentiria necessidade de falar. E assim aconteceu: a fórmula para aliviar seus pensamentos e medos ficou até março de 2006, quando ela começa a falar de suas manias de limpeza e arrumação: “Varro a varanda o tempo todo”. “Não consigo deixar louça suja na pia”. “Não posso ver nada sujo”. “Tenho dois chinelos pra usar em casa: um para a varanda e outro para o interior da casa”.
Estágio II – PERCEPÇÃO E RECONHECIMENTO:
Neste momento minha cliente reconstelou esta questão quando percebe que seu comportamento repetitivo faz parte de um quadro de ansiedade, identificando pensamentos e emoções e reconhecendo-os como necessários na busca de uma falsa “tranqüilidade”.
             
A partir daí, S. passa a falar de seus rituais e da necessidade incontrolável de realizá-los. Diz que seus pensamentos são trágicos e que precisa realizar determinadas ações na tentativa de evitar que ocorram: seus chinelos precisam estar alinhados de forma simétrica (mania de simetria) e sente-se desconfortável quando vê quadros ou objetos tortos, provocando nela um impulso incontrolável de arrumá-los para que nada ruim aconteça.
            
Neste momento da terapia, ela confirma, então, a minha suspeita: S. sofria de Transtorno Obsessivo-Compulsivo, de caráter leve, mas de qualquer modo, causador de imenso sofrimento e angústia.
Alquimicamente, neste momento, S. adentra o estágio da SUBLIMAÇÃO onde percebe que seu processo faz parte de um transtorno conhecido como TOC. Ela identifica suas obsessões e compulsões como necessárias no alívio de sua mente.
Minha cliente precisava ampliar a sua perspectiva de vida, e restaurar a proporção com o que era verdadeiramente significativo em seu cotidiano. Assim, na fórmula seguinte (maio de 2006), mantendo as demais essências e, especialmente, a Filaree, acrescentei ainda as seguintes essências:
  • Crab Apple para eliminar a sensação de impureza e contaminação. Para a autodestrutividade causada pela obsessão com a perfeição. Para a limpeza e organização compulsiva em sua casa, com aversão a tudo que esteja sujo ou fora do lugar;
  • Sulphur Flower para o apego a negatividade, pois, por medo, criam-se imagens mentais negativas;
Filaree a partir deste momento revelar-se-ia como a grande essência para o TOC, indispensável para trabalhar seu perfeccionismo, sua preocupação exagerada com os detalhes, a ansiedade, a compulsão em repetir movimentos, seus comportamentos metódicos e obsessivos e os demais rituais.
Neste período, S. sofreu outro grande trauma: a filha caçula separa-se depois de um ano de casada. A situação voltava a repetir-se na família: ela própria e as duas filhas tinham se separado. Foi um momento que eu fiquei atenta e S. questionou-se muito: “Por que nós três tivemos que nos separar?” “Nenhuma de nós fica casada”.
                     
Mas desta vez ela teve ajuda dos florais para ultrapassar o momento de dor. Segundo ela, se não estivesse se tratando com os florais, “eu estaria desesperada”. “Eu não sei o que seria de mim, agora, se não fossem os florais”.  Foi importante perceber que não houve agravamento de sintomas obsessivos, nem das compulsões. Os florais deram-lhe o suporte necessário.
                    
Fui percebendo S. menos ansiosa. Continuava sob forte estresse, devido à separação da filha, mas conseguiu manter-se integrada. Sua fala estava mais pausada e ordenada. Esse período foi muito importante para observar o trabalho das essências numa situação de crise, onde os sintomas do TOC poderiam agravar-se. Neste momento os florais não permitiram que ela perdesse o foco, dando a devida proporção aos fatos, deixando-a livre para agir e pensar (ajudou muito a filha no processo de separação) sem estar envolvida num emaranhado de emoções e pensamentos negativos. Em nenhum momento S. perdeu o controle de si mesma e da situação. Chegando a relatar-me a surpresa das filhas com seu autocontrole e ajuda efetiva nas questões legais e emocionais da separação. Num passado recente, seriam as filhas que precisariam ajudá-la, tal seria seu desespero.
                 
Neste momento da terapia, S. já aceitava e falava de modo mais confortável sobre o transtorno. Este, também foi um dos efeitos das essências florais.
                
Fomos descobrindo juntas que a mania de arrumação e de limpeza começou logo após seu casamento. Ficou claro que ela “contaminou-se” com ele, agravado pelo episódio do aborto que a fez sentir “nojo” do ex-marido e dela própria. O forte sentimento de culpa pelo aborto e as traições do ex-marido foram traumas muito fortes para S. e permanecem até hoje em sua memória, geradores da sensação de impureza e nojo dela própria.

Estágio III - REAÇÃO, RESISTÊNCIA E RECONCILIAÇÃO: trabalhando com traumas e sofrimentos do passado minha cliente reconstelou essa questão quando identifica o seu casamento como violento e injurioso, mantendo-a sob forte tensão durante anos seguidos, causador de grande desgaste do seu sistema nervoso, transformando-a numa pessoa excessivamente ansiosa e estressada com o passar do tempo.
Aqui S. permaneceu muito tempo na etapa alquímica da CALCINAÇÃO, sentindo raiva e ressentimento do ex-marido causador de seu processo interno.
        
As essências incluídas (de novo, não excluí nenhum floral) nas formulações florais seguintes foram (julho de 2006):
  • Pine para a culpa pelo aborto e pela condenação ao seu passado;
  • Willow para deixar de lamentar-se pelo casamento desfeito e o aborto sofrido e passar a responsabilizar-se por suas ações em cada um desses momentos;
  • Holly para a raiva que sentiu do ex-marido durante todos esses anos;
Fireweed para a devastação que sofreu com seu casamento e com o episódio do aborto e, também, porque ainda encontrava-se estagnada naquele momento da sua vida;
       
De setembro de 2006 até janeiro de 2007, S. manteve-se bem, assumindo o compromisso com a terapia (antes, faltava muito), não sentia mais necessidade de lançar mão de conversas aleatórias com o objetivo de escapar da questão central do tratamento, o que considero mais um trabalho das essências florais.
        
Desde então direcionei a psicoterapia e os florais para a fé, uma vez que as pessoas acometidas por esse tipo de transtorno precisam muito trabalhar a espiritualidade, seja qual for e de que tipo for esta crença.
        
Segundo S. foi a fé que a manteve de pé nas situações traumáticas vividas até então, embora eu questionasse esse ponto de vista. Por este motivo resolvi trabalhar o ancoramento da mesma. Segundo S. sua fé era inquestionável, até aquele momento. Mas o transtorno de ansiedade, os florais e a psicoterapia obrigaram-na a reavaliar seus pontos de vista.
        
Contou-me que quando seus pensamentos a atormentavam muito, ela cantava pontos de macumba – que são “uma oração em forma de música”, são verdadeiros mantras que permitem o contato com o plano espiritual. S. fazia uso desta “estratégia” para poder acalmar-se em momentos considerados por ela como desesperadores. O que ela ignorava é que era mais uma de suas manias, esta conhecida como mania mental, que são atos voluntários de ordem mística para afastar idéias ruins. Não há fé neste comportamento, apenas um ato mecânico para impedir sofrimento. Infrutífero, justamente pela falta de confiança no poder de Deus. S. surpreendeu-se ainda mais quando disse que se não fizesse algum tipo de ritual para acalmar um pensamento ruim “Deus castigaria”. A reação dela foi instantânea: assustou-se com suas próprias palavras. Este momento foi muito rico para nós duas. Ela precisava verdadeiramente, determinar a importância da fé como força interior. “Se ele é puro amor e perdão, por que ele precisaria castigar um filho seu?”, perguntei. Foi um momento de grande insight para ela. Era fundamental para a evolução de seu tratamento que ela despertasse para a consciência de que existe algo maior e que, até aquele momento ela não estava em sintonia com esse poder. E a prova maior disso foi ter-se deixado mergulhar em tantos medos.
        
Incluí a partir daí as seguintes essências:
  • Wild Oat para descobrir seu propósito de vida e comprometer-se com ele;
  • Gentian para perseverança diante dos desafios, neutralizando o desalento e a tendência a desistir diante dos obstáculos. Para a falta de fé;
  • Purple Monkeyflower porque acha que se sente amparada por sua religião (umbanda) na qual na realidade não crê o suficiente para amenizar sua dor. Para que encontre uma espiritualidade baseada mais no amor do que no medo. Também para livrá-la da sensação de castigo que a religião lhe impõe.
Deste momento em diante, S. passou a experimentar momentos de conscientização, entendendo a maneira como vivenciava a fé e o quanto esta poderia determinar ou impedir a influência do medo em sua vida. Passou a reavaliar suas crenças, ou seja, como via, pensava e experimentava o mundo. Passou a reconhecer, também que a única saída para a superação de seus medos seria o enfrentamento destes. E para isso, ela precisava crer.
Análise segundo os níveis meta-flora
S. chegou a terapia com os níveis meta-flora 1 e ativados, ou seja, necessitando expandir seu repertório emocional (1), trabalhar seus relacionamentos e construir um cálice para sua alma (5)
       
No entanto, os meta níveis que eu escolhi para concentrar-me, e que considero os mais problemáticos foram: 2 (a estruturação de um lar no seu corpo), 3 (cultivar o aprendizado, o crescimento e a mudança de consciência), 4 (descobrir o seu propósito, o serviço social), (reconhecer e enfrentar a sombra),  e 7 (o cultivo do seu Eu espiritual).
      
Neste período, S. não chegou a alcançar o meta nível 8 (conexão com a natureza e reconhecimento da Terra como ser vivo).
S. alcança o meta nível 2, quando conscientiza-se que existe uma mensagem de sua alma em cada sintoma físico (ciática, labirintite) e, que estes precisam ser entendidos e respeitados. A partir daí, ela renova o cuidado com o corpo físico, através de caminhadas, dietas e acupuntura, optando por um controle médico e nutricional adequados.
     
As essências chaves para este meta nível foram: Arnica, Mimulus e Crab Apple.
É no meta nível 3 que está a questão principal desta paciente. Aqui, ela descobre que seu quadro faz parte de um tipo específico de transtorno de ansiedade e que traumas passados fizeram-na lançar mão de pensamentos (obsessões) e rituais (compulsões) com o objetivo de trazer alívio para sua mente. Ela chega neste meta nível, quando é levada a buscar novas idéias com o objetivo de flexibilizar seu mental obsessivo, percebendo que precisa desenvolver o pensamento imaginativo para poder ir além de seus pensamentos negativos e pessimistas. Para isso introduziu mudanças no seu estilo de vida que facilitavam o controle mental, a fim de transformar suas experiências de medo e ansiedade em algo frutífero. Procurou fazer uso de exercícios de imagens mentais positivas, com os quais sentiu que podia voltar a controlar sua mente e não mais ser controlada por ela.
         
Com relação a isto, transcrevo abaixo o e-mail enviado a mim por S., no qual ela definia estratégias mentais positivas para superar seus medos.
ESTRATÉGIAS MENTAIS QUE VOCÊ DEVE FAZER DE DENTRO PARA FORA
 ( e-mail I)

E também o e- mail II, onde ela percebe a importância de mudar o foco de seus pensamentos, observando a importância de mantê-los positivos.
UMA MENSAGEM PARA VOCÊ ( E-mail II)
Há alguém dentro de você que deseja tantas
coisas que nem você sabe. Quando vem aquela sensação de vazio e de
melancolia, esse alguém está pedindo que você entenda as coisas que
ele quer. Você pressente uma extrema necessidade de fugir. Vêm-lhe
desejos intensos de apagar o passado, de anular o presente, de
soltar-se das preocupações com o futuro. É seu espírito pedindo
descanso. As lágrimas são reprimidas, os desejos são abafados, os
sonhos são adiados, porque você acredita que “precisa” estar
presente e alerta o tempo todo para resolver "problemas”.

Você sabia que o maior “problema” é
exatamente você? Não se permite sentir, não se permite sonhar, não se
permite ser você mesmo (a). Há alguém dentro de você que deseja tantas
coisas que nem você sabe. Esse alguém quer que você reconheça que não
pode carregar todos os pesos do mundo nem de todo mundo. Ele quer que
você se trate bem e que se conscientize de que cada um está no
lugar em que se colocou.

Solte-se. Viaje para dentro de si
próprio (a) e olhe tudo nesse lugar que lhe parece tão desconhecido,
esse lugar que é você mesmo (a). Você também está onde se colocou. E
assim como entrou, também pode sair. Aconselhe-se com esse alguém
dentro de você que deseja tantas coisas que nem você sabe. Pergunte-lhe
o que ele quer e abra-se para “senti-lo”. É nele que estão todas as
respostas e soluções.

Esse alguém quer resgatar o seu divino
direito à liberdade de ser único (a). Esse alguém é sua Alma. Tente...
Você consegue... E aguarde por coisas que antes você considerava
milagres... Confie. Só a obediência aos desejos de sua Alma lhe
garante a conquista de perpétua Serenidade... E siga sua Vida em paz
As essências chaves para este meta nível foram Chestnut Bud e Impatiens.

meta nível 4 foi ativado quando S. descobre no trabalho uma forma de ocupação mental (“não posso pensar em me aposentar”). Aqui, o exercício de seu trabalho se afina essencialmente com sua condição mental. É neste meta nível, também, que ela descobre a importância de fazer parte de um grupo de ação voluntária: ajudando crianças, S. coloca-se distante de seu mundo mental. Agora, o maior propósito de vida para ela é trazer alívio para sua mente. A essência chave para este meta nível é Wild Oat.

No meta nível 6, S. alcança a conscientização de suas questões, ou seja, entendendo o conflito com o ex- marido causador de sua “contaminação” e medos subseqüentes, ela chega ao entendimento. O ódio que sentiu por ele devido à separação, a culpa e o pesar pelo aborto sofrido, as traições e o casamento desfeito causaram-na grande dor. S. vem para este meta nível quando desperta para o perdão, entendendo e aceitando as dificuldades que levaram o casal a este fim. Neste momento pára de lamentar-se transformando a amargura e o ressentimento e descobrindo que cada história de vida guarda um aprendizado e dele depende a continuidade da vida. Aqui, ela deixa de ver relação na separação das filhas e a dela própria. Entende, a partir deste momento, que cada uma delas teve sua própria responsabilidade na maneira como viveram seus casamentos e, conseqüentemente, na forma como acabaram.
        
As essências chaves para este meta nível é Pine, Rock Water e Willow.
     
meta nível 7 é outro grande momento no tratamento de S., pois aqui ela tem procurado usar sua crença de forma positiva e não mais baseada no medo. Mas só terá alcançado plenamente este meta nível quando conseguir integrar valores espirituais verdadeiros ao seu estilo de vida diário, ou seja, quando seus pensamentos negativos e pessimistas forem substituídos por uma orientação religiosa que a façam sentir-se relaxada e segura. Este meta nível ainda está sendo construído na terapia e S. só o terá atingido-o plenamente quando entrar em contato com o Divino, desenvolvendo uma comunicação profunda com ele que a fará encontrar forças internas de superação para seus medos, substituindo pensamentos, manias e rituais.
       
Nesta fase S. enviou-me outros e-mails onde ela dava sinais de que sua fé estava sendo trabalhada.

CURA (e-mail III)
"UNO COM A PODEROSA FORÇA CURADORA DE DEUS, SOU MENTAL, CORPORAL E ESPIRITUALMENTE SADIO."
“Com absoluta confiança em Deus, afirmo: Sou um com a poderosa força curadora de Deus, que habita em mim. Estou saudável, estou bem. Sinto-me firme e forte pelo Cristo Interno que me sustenta e guia em toda a jornada da vida. Sinto-me grato e fortificado pelo amor divino que transborda em meu ser, abençoando-me em todas as áreas da minha vida e abençoando a todos com quem convivo.

A cada confirmação dessa afirmação de cura, soergo-me à verdade da presença de Deus. Como parte integral de cada fibra do meu ser, sou revitalizado e continuamente refeito a novos e melhores padrões. Minha mente, meu corpo e meu espírito respondem às palavras da verdade, repletas de força e saúde.
Meu andar é firme, minha mente lúcida e clara, meu coração terno, compreensivo e caloroso. Sou agora mesmo soerguido com novo ânimo e nova compreensão acerca de mim mesmo e dos outros. Sei que a presença de Deus, reconhecida por mim, aceita e seguida, faz-me transbordar de bençãos. Em louvor e celebração afirmo: Uno com a poderosa força curadora de Deus, sou saudável em mente, corpo, coração e espírito."
“O espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu Vida”-Jó 33,4”
A CAMINHO (e-mail IV )
“Se estiver inseguro ou incapaz de ver seu caminho através de uma circunstância difícil, sei exatamente para onde se voltar em busca de ajuda imediata. Em fervorosa prece, peça a Deus respostas, convicto de que, ouvindo-as com reconhecimento e compreensão, serás conduzido ao seu maior bem. Confie no plano Divino que Deus tem para você. Mesmo que não entenda sempre na hora o porquê de certas coisas, confie que algo melhor lhe virá.
Deus é o cumprimento de cada necessidade que possa ter, a resposta de cada questionamento e a solução de cada problema que possa ter. Com amorosa e confiante expectativa na realização da resposta à sua prece, sei que ela vem até mesmo antes de você ver a sua evidência. Sei que logo tal bem se realizará em sua vida, de acordo com a vontade de Deus. E você será grato.

Faça também sua parte, dedicando-se a conhecer melhor e seguir mais o caminho de Deus e Seus ensinamentos. "Obrigado amado Deus, pois novo bem está a meu caminho” Amor, saúde, orientação e prosperidade estão fluindo para mim e através de mim, por meios maravilhosos. Ore com fé e receba-o com o coração agradecido."
("Por isso vos digo que tudo  quanto em oração pedirdes, crede que recebereis e será assim convosco."-Marcos 11 ,24)
Beijos,
S.
 A essência chave para este meta nível: Purple Monkeyflower.

Conclusão
Quando começamos o tratamento, S. sentia-o como intransponível. Mas estávamos no caminho certo. Embora estivéssemos ainda longe de alcançar a autoconfiança necessária para suprimir os medos de S, os florais atuaram de forma bastante objetiva, envolvendo mudanças de comportamento e modificação de idéias distorcidas.
O tratamento do Transtorno Obsessivo Compulsivo não é um processo rápido. É uma luta de fato, onde o papel das essências florais é proporcionar apoio, flexibilidade, aceitação, autoconhecimento e motivação em entrar e participar desta luta. O que ficou muito claro para S., com o uso das essências florais, é a percepção de que o tratamento depende dela e não ela do tratamento.
Continuamos a terapia e meu objetivo foi o deter-me nos seus processos de pensamentos, já que eram eles que influenciam sua visão de mundo, refletindo-se em suas emoções e comportamentos.

Em agosto de 2007 S. ainda mantinha, mas em menor escala, um padrão de pensamento negativista, pessimista e autodepreciativo que pouco interferia em sua vida. Grata em função dos resultados alcançados até então, S. concordou em compartilhar seu caso no programa de pesquisa da Flower Essence Society. E como ela própria diria em seu testemunho pessoal:
        
“Há um ano me trato com florais e tenho certeza que vou chegar onde eu quero totalmente centrada... Graças a Deus tive uma ótima resposta, não posso dizer que estou curada de tudo que me aflige, mas estou bem melhor, me sentindo ótima. Deixei os florais agirem em mim com naturalidade, permiti sua ajuda e hoje não vivo sem eles.”
              
 S. foi respondendo de forma tão positiva ao tratamento floral, que suas sessões foram sendo espaçadas, de semanal, para quinzenal e mensal. Ficamos juntas até o início de 2009. Hoje já não nos vemos mais em terapia, mas continuamos nos falando via e-mail ou telefone, de acordo com suas necessidades. Quando determinamos juntas que, daquele momento em diante, S. poderia caminhar sozinha, combinamos que ela continuaria fazendo uso de uma fórmula floral básica (Five Flower/Rescue Remedy, Elm, Rock Water, Crab Aplle, Cherry Plum, White Chestnut, Wild Oat, Gentian, Gorse, Filaree, Canyon Dudleya, Red Clover, Arnica, Yarrow e Pink Yarrow). Neste período (já de alta da terapia), S. passou por muitas situações difíceis para ela, tais como: doença prolongada e morte de uma tia muito querida; caso de câncer de uma sobrinha e preocupação com a saúde da mãe que começava a dar sinais de debilidade. S. viveu todas as situações com muito estresse, tal qual o padrão de um ansioso. Mas impressionantemente, não as sentiu hiperdimensionadas como antes. Não havendo mais o exagero, S. não acionou o gatilho do TOC, ou seja, nenhuma mania, nenhum ritual foram necessários, reafirmando para S. e eu, o extremo benefício das essências no alívio de seus sintomas e conseqüente mudança na maneira de viver a vida.
              
Além disso, S.não mostra mais a preocupação obsessiva com a saúde da filha mais velha (devido ao câncer de anos atrás). O processo terapêutico aliado aos florais a fez entender que é impossível controlar os eventos da vida e que a melhor ajuda que ela pode dar a si mesma e à sua filha é viver a vida, enfrentando todas as dificuldades que por ventura surgirem, entendendo-as e aceitando-as.


A Flower Society é uma organização canadense


P.O. Box 459, Nevada City, CA  95959
800-736-9222 (US & Canada)
tel: 530-265-9163    fax: 530-265-0584






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