quarta-feira, 18 de abril de 2018

Informação é Poder, Carinho Salva, Atenção Alimenta, União Fortalece




Por Marise Jalowitzki
19.abril.2018
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2018/04/informacao-e-poder-carinho-salva.html

Uma mamãe acaba de comentar que o filhote foi diagnosticado inicialmente com tdah, depois descobriram dislexia e tod (transtorno opositivo desafiador). O menino toma vários psicotrópicos... a mãe se desespera porque o menino não "melhora em nada e só incha"... todos reclamam na escola... a pobre mãe já não sabe o que fazer...quer trocar de neuro... nâo adianta!!! só vai ser nova receita com os mesmos venenos!!!

Agora a psicóloga acredita que ele seja bipolar! Meu Deus, quantas histórias semelhantes!!! Onde isso vai parar??

Começa com um rótulo-diagnóstico, dá efeito colateral, dizem que é outra doença se manifestando (mas não dizem que foi o psicotrópico que "acendeu" esta doença)... dão mais outro psicotrópico, que interage com o primeiro...e assim vai!!!

E todos os dedões apontados para a criança... p-o-b-r-e criança!!...e pra mãe, que "não sabe educar"...! pobre mamãe, que, na confiança, pensa estar fazendo o melhor pelo seu amorzinho, pois, afinal, "o médico estudou pra isso!" ISSO? Tem de ter critério e compromisso e não, simplesmente, ir adicionando um psicotrópico acima de outro, sem medir as consequências!!

Gente, não é à toa que o Brasil é o 2º maior consumidor de psicotrópicos no mundo (só atrás dos EUA, onde ficam os maiores laboratórios farmacêuticos fabricantes... são 602 bilhões de dólares ano!!!)

Mamãe, troca de medicina!!! Só um homeopata, ou um médico antroposófico (fitoterápicos), um médico da medicina oriental, da medicina tradicional chinesa éque vai poder promover o desmame gradativo!

Só a Informação fidedigna pode mudar todo este triste quadro!
Sim, Informação é Poder!
Carinho Salva!
Atenção alimenta!
União Fortalece!

Marise Jalowitzki
Mãe, avó, cidadã
Fundadora e Administradora do deste Grupo
Educadora, escritora, especialista em Desenvolvimento Humano
Livro, Blog, Grupo e Página TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM

segunda-feira, 16 de abril de 2018

TDAH - Relação médico-cliente

Quanto mais saudável a relação médico-cliente, melhores os resultados. Lidar com pessoas que estão em uma situação frágil, precisando de auxílio, de orientação, de encaminhamento, exige do especialista uma preparação humana, solidária, compromissada. Não tem como esperar respostas previsíveis em um cenário de incertezas, sofrimento, desconhecimento. Ninguém é máquina!

TDAH - Relação médico-cliente

Por Marise Jalowitzki - 16.abril.2018
Certa vez escrevi um artigo pedindo aos médicos em geral que parassem com o uso de suas linguagens específicas (psiquiatraguês, psicologuês, fonoaudiologuês, neurologuês e tantos outros!)... Hora de os clientes-pacientes começar a demonstrar seu desencanto com as "doutorices" de alguns especialistas, que parecem fazer questão de deixar os pais confusos, usando termos que "sabem" que os que estão a sua frente não vão entender!!!
Também quero comentar sobre um certo desdém (quando não desprezo aberto) que alguns "especialistas", nada compassivos, pouco humanitários e solidários, manifestam em relação aos seus clientes. Muitas mães comentam comigo sobre piadas, ironias e mesmo humilhações, insultos e agressividades quando a mãe manifesta alguma reação (especialmente quando pede outra medicação que não a droga psiquiátrica), ou faz alguma pergunta "a mais"...
Hora de repensar seus egos, senhores doutos, não é preciso se autoafirmar junto a pais que estão exaustos, sem saber como lidar com seus filhotes, pressionados cotidianamente por educadores despreparados, por familiares que não compreendem (ou não querem compreender)! Afinal, senhores médicos, o que seria de suas profissões caso não fossem seus clientes? Os pais e mães, bem como todos os adultos que os procuram, precisam de seus encaminhamentos e indicações, mas, vocês, meus senhores, também precisam de clientes!
Se esta não for uma relação de parceria, no que vai dar? E, mais, atualizem-se, por favor! Não tem mais como ficar calada quando um médico diz "nada a ver" sobre as pupilas desmesuradamente dilatadas pelo uso de ritalina; pelas mamas crescidas em meninos pré-púberes pelo uso de risperidona; pelas idéias de suicídio em crianças que fazem uso de antidepressivos tricíclicos... e assim por diante! Também não dá mais pra ouvir que homeopatia não dá nenhum resultado, que florais são só pra "encher o saco" (sim, este foi o termo usado, segundo queixa da mãe!) ... e outras bobagens mais! Ministério da Saúde reconhece e recomenda! (

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES - AS OUTRAS MEDICINAS E INTERVENÇÕESE lembrem-se: 7% dos médicos brasileiros estão respondendo a algum processo! Por mais conscientização amorosa de todos!

Marise Jalowitzki - Fundadora e Moderadora do Grupo - Mãe, avó, cidadã - Educadora, escritora, especialista em Desenvolvimento Humano - Grupo, Blog, Página e Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Querendo, leia também:
Médicos, parem de usar o "mediquês" com seus clientes - Falem a nossa língua!


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Especialista em Desenvolvimento Humano. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Póa-graduada em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 
blogs:
www.marisejalowitzki.blogspot.com.br

LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM

Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade


segunda-feira, 9 de abril de 2018

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES - AS OUTRAS MEDICINAS E INTERVENÇÕES

Mães e Pais, apesar de todos os torvelinhos, lembrem: estamos em ano de eleições! Hora de reivindicar e exigir. Já é Lei. Municípios precisam oferecer estes serviços na Rede Pública (SUS) Seus filhos agradecem. Todos se beneficiam! 

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES - AS OUTRAS MEDICINAS E INTERVENÇÕES


Compilado por Marise Jalowitzki 
09.abril.2018
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2018/04/praticas-integrativas-e-complementares.html

A OMS - Organização Mundial de Saúde recomenda também o uso das outras medicinas, que os governos dos paises-membros formulem políticas públicas "visando a integração de sistemas médicos complexos e recursos terapêuticos". (http://dab.saude.gov.br/portaldab/pnpic.php)

"O campo das práticas integrativas e complementares contempla sistemas médicos complexos e recursos terapêuticos, os quais são também denominados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de medicina tradicional e complementar/alternativa (MT/MCA). 

Tais sistemas e recursos envolvem abordagens que buscam estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde por meio de tecnologias eficazes e seguras, com ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade. Outros pontos compartilhados pelas diversas abordagens abrangidas nesse campo são a visão ampliada do processo saúde-doença e a promoção global do cuidado humano, especialmente do autocuidado.

Com a publicação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) - http://dab.saude.gov.br/portaldab/pnpic.php -a homeopatia, as plantas medicinais e fitoterápicas, a medicina tradicional chinesa/acupuntura, a medicina antroposófica e o termalismo social-crenoterapia foram institucionalizados no Sistema Único de Saúde (SUS).
(...)
Assim, a Política Nacional de Atenção Básica preconiza que esse nível de atenção considera o sujeito em sua singularidade e inserção sociocultural, buscando produzir a atenção integral." (http://dab.saude.gov.br/portaldab/ape_pic.php)

Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde

Em virtude da crescente demanda da população brasileira, por meio das Conferências Nacionais de Saúde e das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) aos Estados membros para formulação de políticas visando a integração de sistemas médicos complexos e recursos terapêuticos (também chamados de Medicina Tradicional e Complementar/Alternativa MT/MCA ou Práticas Integrativas e Complementares) aos Sistemas Oficiais de Saúde, além da necessidade de normatização das experiências existentes no SUS, o Ministério da Saúde aprovou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS, contemplando as áreas de homeopatia, plantas medicinais e fitoterapia, medicina tradicional chinesa/acupuntura, medicina antroposófica e termalismo social – crenoterapia, promovendo a institucionalização destas práticas no Sistema Único de Saúde (SUS). 

A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares tem como objetivos:

      1. Incorporar e implementar as Práticas Integrativas e Complementares no SUS, na perspectiva da prevenção de agravos e da promoção e recuperação da saúde, com ênfase na atenção básica, voltada ao cuidado continuado, humanizado e integral em saúde;

      2. Contribuir ao aumento da resolubilidade do Sistema e ampliação do acesso à PNPIC, garantindo qualidade, eficácia, eficiência e segurança no uso;

      3. Promover a racionalização das ações de saúde, estimulando alternativas inovadoras e socialmente contributivas ao desenvolvimento sustentável de comunidades e;

      4. Estimular as ações referentes ao controle/participação social, promovendo o envolvimento responsável e continuado dos usuários, gestores e trabalhadores nas diferentes instâncias de efetivação das políticas de saúde.
Entre suas diretrizes, destacam-se:

      1. Estruturação e fortalecimento da atenção em PIC no SUS;

      2. Desenvolvimento de estratégias de qualificação em PIC para profissionais o SUS, em conformidade com os princípios e diretrizes estabelecidos para educação permanente;

      3. Divulgação e informação dos conhecimentos básicos da PIC para profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS, considerando as metodologias participativas e o saber popular e tradicional;

      4. Estímulo às ações intersetoriais, buscando parcerias que propiciem o desenvolvimento integral das ações;

      5. Fortalecimento da participação social;

      6. Provimento do acesso a medicamentos homeopáticos e fitoterápicos na perspectiva da ampliação da produção pública, assegurando as especificidades da assistência farmacêutica nestes âmbitos na regulamentação sanitária;

      7. Garantia do acesso aos demais insumos estratégicos da PNPIC, com qualidade e segurança das ações;

      8. Incentivo à pesquisa em PIC com vistas ao aprimoramento da atenção à saúde, avaliando eficiência, eficácia, efetividade e segurança dos cuidados prestados;

      9. Desenvolvimento de ações de acompanhamento e avaliação da PIC, para instrumentalização de processos de gestão;

      10. Promoção de cooperação nacional e internacional das experiências da PIC nos campos da atenção, da educação permanente e da pesquisa em saúde;

      11. Garantia do monitoramento da qualidade dos fitoterápicos pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.

Para levar a algum político conhecido seu, caso em seu município ainda não tenha a oferta das Práticas Integrativas:

PORTARIA Nº 633, DE 28 DE MARÇO DE 2017 

PORTARIA Nº 849, DE 27 DE MARÇO DE 2017 

Portaria GM Nº 886, de 20 de abril de 2010 

Portaria - SAS Nº 84, de 25 de março de 2009 

Portaria Interministerial Nº 2.960, de 09 de dezembro de 2008 

Portaria SAS Nº 853, de 17 de novembro de 2006 

Portaria GM Nº 1.600, de 17 de julho de 2006 

Portaria GM Nº 971, de 03 de maio de 2006 


Musicoterapia - Alguns hospitais utilizam essas terapias, de diferentes maneiras, em pacientes internados. Entre em contato com a secretaria de saúde para mais informações. Saiba mais: http://www.blog.saude.gov.br/cw2oaf

Hospital Sírio Libanês utiliza Musicoterapia - https://www.youtube.com/watch?v=PfhKrpf5Ano 


Leia também:
SUS INCLUI DEZ NOVAS TERAPIAS, COMO A DE FLORAIS - Práticas Integrativas
Hipnoterapia e cromoterapia estão incluídas 

Cabe a cada município implantar seus atendimentos. Ano eleitoral, tem de pressionar o representante em seu município.
publicado neste blog em 13.março.2018
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2018/03/sus-inclui-dez-novas-terapias-como-de.html


TERAPIAS INCLUÍDAS A PARTIR DE AGORA
1 - Apiterapia: método que utiliza substâncias produzidas pelas abelhas nas colmeias, como apitoxina, geleia real, pólen, própolis, mel e outros
2 - Aromaterapia: uso de concentrados voláteis extraídos de vegetais, os óleos essenciais promovem bem-estar e saúde
3 - Bioenergética: visão diagnóstica aliada à compreensão do sofrimento e adoecimento; adota a psicoterapia corporal e exercícios terapêuticos, ajudando a liberar as tensões do corpo e facilitando a expressão de sentimentos
4 - Constelação familiar: técnica de representação espacial das relações familiares que permite identificar bloqueios emocionais de gerações ou membros da família
5 - Cromoterapia: utiliza as cores nos tratamentos das doenças com o objetivo de harmonizar o corpo
6 - Geoterapia: aplicação da argila com água no corpo; pode ser usada em ferimentos, cicatrização, lesões e doenças osteomusculares
7 - Hipnoterapia: conjunto de técnicas que, pelo relaxamento e concentração, induz a pessoa a alcançar um estado de consciência aumentado para alterar comportamentos indesejados
8 - Imposição de mãos: imposição das mãos próximo ao corpo da pessoa para transferência de energia para o paciente; promove bem-estar e diminui o estresse e a ansiedade

9 - Ozonioterapia: mistura dos gases oxigênio e ozônio por diversas vias de administração; tem finalidade terapêutica e promove melhoria de diversas doenças, sendo usada na odontologia, neurologia e oncologia
10 - Terapia de Florais: uso de essências florais que modifica certos estados vibratórios; auxilia no equilíbrio e harmonização do indivíduo.

TERAPIAS JÁ OFERECIDAS
1 - Ayurveda
2 - Homeopatia
3 - Medicina tradicional chinesa
4 - Medicina antroposófica
5 - Plantas medicinais/fitoterapia
6 - Arteterapia
7 - Biodança
8 - Dança circular
9 - Meditação
10 - Musicoterapia
11 - Naturopatia
12 - Osteopatia
13 - Quiropraxia
14 - Reflexoterapia
15 - Reiki
16 - Shantala
17 - Terapia comunitária integrativa
18 - Termalismo social/crenoterapia
19 - Yoga
 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista.  Mãe, avó. Cidadã. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 
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sábado, 7 de abril de 2018

FLORAIS DE BACH E CRIANÇAS, UMA AMIZADE SAUDÁVEL



Por Edson Damião
Vez por outra sou abordado por adultos interessados em saber a eficácia dos Florais! Mais especificamente, alguns adultos, querem saber dos efeitos da Terapia Floral nas diversas inquietações vividas pelas crianças: ansiedade; medos; tristeza... enfim, emoções tão comuns encontradas em muitos seres humanos! Costumo responder (sinceramente) que Florais não são milagreiros; não resolvem todos os problemas do mundo! 

O QUE ELES FAZEM ENTÃO? Os Florais, por serem extraídos das flores, têm a intensa capacidade de agir na emoção, não na doença. São eles e por meio deles que os diversos conflitos humanos ficam submetidos à vibração sutil do que existe de mais natural: as Flores! Agem gradativamente, de forma nada invasiva e muito respeitosa, entram no corpo sutil da criança, convidando a emoção em desequilíbrio A SAIR EM RETIRADA! Resgatam a força positiva oposta. Permitem reflexão e novas formas de pensar! Trazem à tona a coragem e estima perdidas! É o aparecimento da FORÇA INTERIOR, tão necessária aos momentos difíceis da vida. Em minha prática, atuo sob duas vertentes: Atendo somente casos para a Terapia Floral ou associo os Florais nos atendimentos às crianças e adolescentes que ofereço como Psicopedagogo/Arteterapeuta. 

 Edson Damião é psicopedagogo, terapeuta floral e arteterapeuta. Consultas Terapia Floral – Agendar em 21 98165-3906 Ou Skype, Whats - Atendimento presencial e online - Rio de Janeiro - RJ

Outras postagens do autor neste blog:




Por Edson Damião
05.outubro.2017
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/10/mas-florais-nao-tem-bula-nao-devo-dar.html










Por Edson Damião
22 de setembro 2017
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/09/florais-e-falta-de-atencao_21.html
















crianças obesas têm um risco de 30% a 40% maior de, no futuro, sofrerem enfarte ou outras doenças isquêmicas cardíacas

Segundo a ONU, são 40 milhões de crianças obesas no mundo


Por Edson Damiao
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/01/criancas-obesas-e-ansiedade.html





segunda-feira, 2 de abril de 2018

Sobre emissão de diagnósticos de tdah em crianças pequenas

Diagnóstico não é sinônimo de usar droga psiquiátrica


Sobre emissão de diagnósticos de tdah em crianças pequenas

Embora esteja sendo incentivado até mesmo por algumas instituições de renome (para, logo, logo, vender mais drogas psiquiátricas), o diagnóstico só pode ser fechado quando a criança ingressa no Fundamental. Pois, para fechar um diagnóstico, a criança tem de apresentar o mesmo comportamento em, pelo menos, três ambientes diferentes: família, sociedade em geral (lugares públicos) e escola. Antes disso, são apenas conjeturas! Pode-se tomar as providências, mas não usar psicotrópicos! É MUITO cedo e os malefícios, que vão aparecer, de longe, são maiores que os eventuais benefícios das drogas psiquiátricas. O corpo é novinho, todas as áreas permeáveis (incluindo as cerebrais)!
Além do que, diagnóstico NUNCA pode ser fechado antes de averiguar todas as demais possibilidades. Aí entram os testes com
- Fonoaudióloga, incluindo o PAC (Processamento Auditivo Central).
- Oftalmo (para excluir problemas de visão, bastante corriqueiros, por sinal).
- Odonto (especialista em Ortodontia Miofuncional), para verificar sobre SRB (Síndrome do Respirador Bucal), que acomete 75% das crianças que são "diagnosticadas" com TDAH...
Enfim, só após ouvir e realizar os testes, excluindo estas possibilidades, mais psicóloga, é que um diagnóstico pode ser fechado.
IMPORTANTE: Fechar um diagnóstico não é sinônimo de administrar drogas psiquiátricas!! Em 85% dos casos diagnosticados, só a terapia psicológica, mais alimentação adequada e mudança nos hábitos familiares dão conta do comportamento indesejado pelos adultos.
Atenção! Não aceite "diagnóstico", que dirá receitinha de droga psiquiátrica na primeira consulta. É ilegal e precisa ser denunciado! A lei prevê! (querendo, veja neste link: https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/12/tdah-diario-oficial-publica-resolucao.html )
Marise Jalowitzki - Fundadora e Administradora do Grupo TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM - Mãe, avó, cidadã.