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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Antidepressivos aumentam risco de violência e criminalidade em jovens, aponta estudo

A análise inicial descobriu que o risco de uma condenação por crime violento era 19% maior quando as pessoas estavam tomando antidepressivos do que quando não estavam sob tratamento de antidepressivos. O aumento de risco foi essencialmente o mesmo quando os pesquisadores levaram em conta a influência de outras drogas psicotrópicas.

Alguns psicotrópicos usados para tratar depressão:
  • Citalopram (Celexa)
  • Escitalopram (Lexapro)
  • Fluoxetina (Prozac)
  • Paroxetina (Paxil, Pexeva)
  • Sertralina (Zoloft)
  • Vilazodona (Viibryd)




Por:  Contato Repórter
Em tradução livre por Marise Jalowitzki
publicado neste blog em 05.agosto.2017
https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/08/antidepressivos-aumentam-risco-de.html

Pesquisadores identificaram um efeito colateral preocupante de uma classe de antidepressivos amplamente recomendada - eles podem tornar alguns pacientes mais propensos a cometer crimes violentos.
Os dados mostram que os jovens adultos com idades entre os 15 e os 24 anos, que informaram haver feito uso de  medicamentos psicotrópicos (antidepressivos) eram mais propensos a serem condenados por homicídio, assalto, roubo, incêndio criminoso, sequestro, ofensa sexual ou outro crime violento quando estavam tomando o medicamento psiquiátrico, do que quando não.

Entretanto, em pacientes mais velhos, os pesquisadores não encontraram nenhuma ligação entre o uso de antidepressivos e atividades criminosas.
SSRIS e Tendências Suicidas em crianças e jovens
As descobertas , publicadas em 15 de setembro.2015 na revista PLOS Medicine, compõem outras evidências de que os antidepressivos - conhecidos como  inibidores seletivos da recaptação da serotonina , ou SSRIs - funcionam de forma diferente no cérebro de adolescentes e adultos. Por exemplo, vários estudos mostraram que as drogas realmente  aumentam o risco de pensamentos suicidas em crianças, adolescentes e adultos jovens, mas não em adultos mais velhos.
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Os SSRIs ( inibidores seletivos da recaptação da serotonina ) são receitados para aliviar a depressão, pois aumentam os níveis de serotonina no cérebro. A serotonina é um dos mensageiros químicos (neurotransmissores) que transportam sinais entre células cerebrais. Os SSRIs bloqueiam a reabsorção (recaptação) da serotonina no cérebro, disponibilizando mais serotonina. Os SSRIs são chamados de seletivos porque parecem afetar principalmente a serotonina, e não outros neurotransmissores.
Os SSRIs também podem ser usados ​​para tratar outras condições além da depressão, como distúrbios de ansiedade.

A Food and Drug Administration (FDA), liberou os seguintes SSRIs para tratar a depressão

  • Citalopram (Celexa)
  • Escitalopram (Lexapro)
  • Fluoxetina (Prozac)
  • Paroxetina (Paxil, Pexeva)
  • Sertralina (Zoloft)
  • Vilazodona (Viibryd)
Fluvoxamina, um SSRI que é aprovado pela FDA para tratar transtorno obsessivo-compulsivo, às vezes é usado para tratar a depressão.
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Uma análise das tendências nos EUA, para todas as faixas etárias, descobriu que o "grande declínio do crime americano" que começou na década de 1990  coincidiu com o surgimento de SSRIs, incluindo Prozac, Celexa, Paxil e Zoloft. Mas as  revisões dos dados de segurança submetidos à Food and Drug Administration descobriram que o uso de SSRI estava associado a um risco aumentado de comportamento violento, especialmente entre adolescentes e jovens adultos.



Os SSRIs  ajudam as células do cérebro a se comunicar entre si, potencializando um neurotransmissor chamado serotonina."

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A serotonina, juntamente com a dopamina, a endorfina e a ocitocina, forma um grupo denominado de Hormônios da Felicidade, pois proporcionam bem estar, equilíbrio nas ações e serenidade. Quando o organismo está em falta destes hormônios, comumente o indivíduo começa a usar produtos químicos (antidepressivos). Porém, há outras medicações, das outras medicinas (homeopatia, medicina antroposófica e MTC - medicina tradicional chinesa) que oferecem tais resultados, sem os efeitos colaterais danosos das drogas psiquiátricas. Também nos alimentos específicos encontramos os chamados hormônios da felicidade que, juntamente com atividade física, sono de qualidade e sol, regularizam o humor.
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"Os cientistas acreditam que, com mais serotonina disponível, os circuitos cerebrais que controlam o humor têm melhores chances de funcionar corretamente."
PESQUISANDO OS RISCOS CAUSADOS PELOS EFEITOS COLATERAIS DANOSOS DOS SSRIs

"Para obter uma imagem mais clara dos riscos potenciais associados aos SSRIs, pesquisadores do Instituto Karolinska em Estocolmo e da Universidade de Oxford, na Inglaterra, voltaram-se para dados nacionais da Suécia, onde o governo acompanha as prescrições que são preenchidas e as condenações por crimes .
Na Suécia, o sistema de justiça criminal trata as pessoas como adultos uma vez que completam os 15 anos. Assim, os pesquisadores examinaram os registros de cerca de 8 milhões de suecos com pelo menos 15 anos em 2006. Eles descobriram que mais de 850 mil deles receberam um SSRI por algum tempo, entre 2006 e 2009. Isso representou 14,1% de todas as mulheres suecas e 7,5% de todos os homens suecos.
Entre todos os indivíduos que fizeram uso das prescrições para SSRIs, a maioria  foi condenada por ter cometido algum tipo de crime violento entre 2006 e 2009. Os pesquisadores se concentraram nessas 8.377 pessoas e compararam suas atividades criminosas quando tiveram uma prescrição SSRI nos períodos.
A análise inicial descobriu que o risco de uma condenação por crime violento era 19% maior quando as pessoas estavam tomando antidepressivos do que quando não estavam sob tratamento de antidepressivos. O aumento de risco foi essencialmente o mesmo quando os pesquisadores levaram em conta a influência de outras drogas psicotrópicas.
Quando eles segmentaram os números de acordo com a idade, eles descobriram que o risco estava concentrado entre o grupo mais jovem. 

Para adultos com idade entre 15 e 24 anos, o risco de ser condenado por um crime violento foi 43% maior quando eles estavam tomando um SSRI do que quando não estavam sob tratamento.
Então os pesquisadores consideraram os homens nesta faixa etária separadamente das mulheres. Entre os homens, tomar SSRIs estava associado a um risco aumentado de 40% de ser condenado por um crime violento. Entre as mulheres, o risco aumentou 75%, de acordo com o estudo.
Os pesquisadores declaram que o estudo não prova que os SSRIs foram responsáveis ​​pelo aumento observado na violência criminal entre adolescentes e jovens adultos. No entanto, o estudo acrescenta a evidência de que "o cérebro adolescente pode ser particularmente sensível à interferência farmacológica", escreveram.
Mesmo que se verifique que os antidepressivos tornam os jovens mais propensos a cometer crimes violentos, isso significa que os médicos devem parar de prescrevê-los? A resposta não é óbvia, escreveram os pesquisadores. Os SSRIs (ISRSs, em português - inibidores seletivos de recaptação de serotonina) podem fazer com que a violência caia, mas os suicídios podem subir. "Do ponto de vista da saúde pública", eles declararam, "pode ser melhor continuar usando as drogas, desde que os riscos potenciais sejam divulgados". (http://www.latimes.com/science/sciencenow/la-sci-sn-antidepressant-ssri-violent-crime-risk-20150915-story.html)

Excertos de outro artigo sobre o tema:
Os medicamentos antidepressivos podem causar comportamentos violentos
Isso é o que a imprensa tradicional, como o LA Times e a Reuters, estão relatando, com base em um novo estudo publicado em uma revista médica respeitada, o PLOS Medicine , que encontrou jovens adultos com idades entre 15 e 24 anos, eram quase 50% mais propensos a serem condenados por um homicídio, assalto, incêndio assalto, sequestro, ofensa sexual e outros crimes violentos ao tomar o antidepressivo do que quando não estavam tomando a droga psiquiátrica.
O testemunho dos pais, sobre as violentas mortes auto-infligidas de suas crianças pequenas, foi dolorido. No entanto, apesar dos dados esmagadores fornecidos por especialistas e das contas de primeira mão sobre o suicídio e a violência causados ​​por antidepressivos, o Comitê Consultivo da FDA - muitos dos quais teve conflitos de interesse financeiros com as empresas farmacêuticas - recusou-se a avisar o público sobre o vínculo entre suicídio e antidepressivos, e não considerou se os antidepressivos podem ser responsáveis ​​por outros comportamentos violentos.

Mas, como era esperado, um número crescente de suicídios e outros atos violentos continuaram a aumentar e, finalmente, mais de uma década depois, em 2004, a FDA foi novamente forçada a enfrentar o problema. Desta vez, os dados fornecidos por denunciantes dentro da indústria não poderiam encolher os ombros. Mais de uma década depois que a agência federal conheceu as consequências mortais associadas aos SSRIs, um aviso de "caixa negra" para ideação e comportamento suicida foi finalmente emitido em todos os antidepressivos. No entanto, a conexão com violência e homicídio continuou sendo ignorada.

Até esta data, 35 tiroteios em escolas e / ou atos de violência relacionados à escola foram cometidos por aqueles que tomavam ou se retiraram de drogas psiquiátricas e, entre 2004 e 2012, houve cerca de 15.000 relatórios ao sistema MedWatch da FDA em drogas psiquiátricas causando violência como efeito colateral.

Coincidentemente, o estudo que liga os antidepressivos com o comportamento violento vem ao lado de outro relatório recente expondo a pesquisa fraudulenta do antidepressivo GlaxoSmithKline, Paxil . De acordo com uma revisão dos dados utilizados para a aprovação do antidepressivo, Paxil não é eficaz no tratamento de crianças e existe um risco significativo de suicídio associado a ele.

Ver também: 27 avisos sobre violência e crimes pelo uso de antidepressivos

Também este: Relação de crimes e nominata de medicamentos usados pelos atiradores jovens
https://www.cchrint.org/2012/07/20/the-aurora-colorado-tragedy-another-senseless-shooting-another-psychotropic-drug/

E este: https://www.cchrint.org/2015/09/22/new-study-confirms-cchr-antidepressants-cause-violence/


Mais sobre o tema antidepressivos:

Paroxetina - Reanálise do estudo antidepressivo mostra droga popular ineficaz e insegura para adolescentes


nesta reanálise, os autores declaram que 
nem a paroxetina nem altas doses de
imipramina eram mais eficazes do que o
placebo no tratamento da depressão
maior em adolescentes


Há quantos anos já existem estas denúncias!

Em um mundo onde, todos os dias, sabe-se de um jovem que se suicidou e a família declara que o adolescente sofria de depressão, isto não é assustador? Até quando vamos conviver com esta realidade? Pais, antenem-se! 


Em tradução livre por Marise Jalowitzki
https://compromissoconsciente.blogspot.com/2019/07/paroxetina-reanalise-do-estudo.html 









Paroxetina não é para Crianças e Adolescentes, por risco de suicídio 
Paxil, Paxil CR,Deeplin, Cebrilin, Arotin, Benepax, Paxan, Paxtrat, Pondera e Roxetin, Paroxetina (genérico), Aropax ou Oxetine - Nomes comerciais no Brasil - Mas tem médico receitando!

Sobre a demora na divulgação dos dados pela indústria farmacêutica

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/07/paroxetina-nao-e-para-criancas-e.html




Sertralina - Zoloft e todos os antidepressivos - Riscos de Suicídio ou Suicidalidade, especialmente até os 25 anos



Por Marise Jalowitzki








TDAH - Imipramina - O Lucas tem acordado meio confuso, reclamando de um barulho que não existe

Que nossos pequenos possam viver a Vida que vieram
para viver, ditada por Aquele que Nos Fez!





http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/04/o-lucas-tem-acordado-meio-confuso.html













QUEM GOVERNA SUA VIDA? FIQUE VIVO!!!
http://marisejalowitzki.blogspot.com/2016/12/quem-governa-sua-vida-fique-vivo.html



Fuja dos antidepressivos tricíclicos, pois eles estimulam as tendências suicidas, os pensamentos de morte.


Medicação psicotrópica, só em casos graves, por tempo determinado, e sob supervisão médica competente

amoxapina - (estrutura parecida à imipramina) - Amoxapine, Depilox-100
butriptilina - clomipramina - Anafranil
amitriptilina - Amitril, Tryptanol
clomipramina - Anafranil 
desipramina - Tofranil, Norpramin,  CBHPM 4.03.02.12-1 -  Sinônimo: Cloridrato de desipramina
doxepina -  Sinequan, Aponal, Adapine,  Adapin, Doxal, Deptran, Sinquan
doxepinalmipramina
imipramina - Imipra, Tofranil
maprotilina - Ludiomil
nortriptilina - Pamelor, Aventyl
protiptilina - cloridrato de propranolol, Vivactil, Victil, Concordin, Concordine
trimipramina - Trimeprazina, Surmontil (EUA)

Medicação psicotrópica, só em casos graves, por tempo determinado, e sob supervisão médica competente

Estes também desenvolvem dependência no uso continuado, por isso tão importante o monitoramento:

clonazepam (Rivotril - o mais vendido!!),  
sertralina (Zoloft, Serenata)  
Fluoxetina (Prozac, Eufor 20, Daforin, Psiquial, Deprax, Depress, Digassim, Fluxene, Neo Fluxetin, Nortec, Prozen, Psiquial, Verotina, Fluctin, Fludac, Fontex, Foxetin, Lovan, Prodep, Prozac, Psipac, Sarafem, Selectus, Symbyax)
Paroxetina (Pondera, Deeplim, Moratus, Celibrin, Arotin, Benepax, Paxan, Paxtrat, Roxetin) 
Sempre tem algum ser pertinho de você que te curte, seja uma pessoa, um animalzinho, uma planta, o ar que te acaricia o rosto, um alimento que te diz: te nutre! vá em frente! amanhã, ou segunda-feira, depois destas datas instituídas para o consumo e a ostentação, TUDO vai melhorar!

Coma bastante pipoca, castanhas (oleoginosas), comida com pimenta, gengibre, evite álcool, drogas, antidepressivos!
Fique longe de músicas, fotos, etc., que te tragam lembranças tristes.
Fique longe de pessoas e-ou conversas que te põem pra baixo, que te desvalorizam. E, se não puder, ponha um fone de ouvido e feche os olhos. Melhor ser visto como esquisito e antissocial que desistir e se tornar apenas uma breve lembrança!
E, se não puder colocar o fone de ouvido, pois podes estar acamado, feche os olhos, tente cobrir os ouvidos, pense em outras coisas, imagine lugares bacanas, crie seu universo paralelo! Siga em frente!
Dia após dia.
Passinho após passinho, ainda que imaginário. Funciona!

E, se for o caso, quando der, procure um médico homeopata, um fitoterapeuta, um terapeuta floral, um terapeuta antroposófico. 

fisioterapia urológica, nada de tofranil - imipramina - foram indicadas 10 sessões - bastaram 5!












Por Marise Jalowitzki

https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/09/tdah-bem-mais-que-remedios.html








 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

meus blogs:














quinta-feira, 14 de julho de 2016

TDAH, Bipolar, Agressividade e Depressão - o Coquetel de Psicotrópicos em Crianças - Uso Off-label



Dr.Peter C. Gotzsche - Universidade de Copenhagen - Denmark - 
quando perguntado em uma de suas palestras sobre o que fazer para suspender os psicotrópicos. Ele disse:
"Eu nunca usaria nenhum deles em mim! Não teria coragem! Deve-se usar o mínimo possível. A caminhada é longa e os médicos precisam esclarecer os pacientes disso. É como a tentativa de parar de tomar drogas ilícitas!" 



Por Marise Jalowitzki
14.julho.2016

O caso ora em pauta começou cedo e com situações domésticas de agressividade. Em contato com médico, durante quatro anos de tratamento com neuropediatra, a criança tomou
risperidona e concerta 18mg para "tratar tdah". Depois de um tempo a médica retirou risperidona e a criança, além do concerta, passou a tomar também carbamazepina (PROIBIDO para crianças e jovens com menos de 18 anos e não aprovado para tratar déficit de atenção...uso off-label, isto é, fora das indicações para o que foi aprovado - sertralina e depakote, pois passou a receber diagnóstico (além de tdah) também de bipolar (pura consequencia dos efeitos colaterais dos psicotrópicos em tratamento longo). Com todo este coquetel químico, a criança começou a ter surtos e a neuro lavou as mãos: "O problema não é mais comigo, não é problema neurológico, o problema de seu filho é psiquiátrico!" ... só descobriu isso após 4 anos de administração de psicofármacos? COMO a neurologista foi capaz de tratar por um longo período, com tantos psicofármacos e, agora, que a criança já está nas chamadas "comorbidades"  (que nada mais são que os efeitos colaterais dos psicotrópicos e as interações entre eles), ela simplesmente se retira e encaminha ao psiquiatra (que vai continuar os experimentos)???. 

Na primeira ida ao psiquiatra, este receitou quitiapina, aumentando gradativamente a dose para até 200mg. Nenhum efeito "benéfico" no quadro, o psiquiatra então receitou lítio ou invega, que tem o mesmo princípio ativo da risperidona!!! ou seja... até onde vai isso??

Felizmente, a mãe despertou em sua surda confiança em apenas acatar o que dizem e recomendam os médicos e resolveu procurar as outras medicinas. Agora está tentando florais e homeopatia. Não será um caminho fácil a ser percorrido pois, juntando a todo o coquetel medicamentoso em um corpinho em desenvolvimento, a criança está chegando à puberdade, onde tudo é "remexido" e potencializado.

Não foi fácil colocar tudo isto para a mãe, que pede florais para "substituir" os psicofármacos. Não será assim! Nunca é! Florais são para quem nunca tomou psicotrópicos ou, em fazendo uso de psicotrópicos, precisa ser um uso conjunto, diminuindo gradativamente os psicofármacos. Com monitoramento médico.

Triste situação!

Lembro do Dr.Peter C. Gotzsche - Universidade de Copenhagen - Denmark - 
quando perguntado em uma de suas palestras sobre o que fazer para suspender os psicotrópicos. Ele disse:
"Eu nunca usaria nenhum deles em mim! Não teria coragem! Deve-se usar o mínimo possível. A caminhada é longa e os médicos precisam esclarecer os pacientes disso. É como a tentativa de parar de tomar drogas ilícitas!" (leia AQUI)

Agressividade todos temos, uns mais, outros menos. Até os 3 anos a crianças costuma expressar sua contrariedade com mordidas, puxões de cabelo, empurrões e tapas. Jogar coisas ou mesmo se morder ou bater sua cabeça. Cabe ao adulto não se desequilibrar com isto, entender esta fase, explicar com firmeza e tranquilidade e oferecer um ambiente de respeito, sereno e acolhedor. A criança vai entendendo que a vida não precisa ser levada como um campo de conflito, até porque não vivencia este cenário, portanto, não é exigida em situações tensas. 

Sempre fico impactada quando recebo um relato de supermedicação em crianças. É MUITO medicamento pesado para um corpinho assim novinho!!! Considero um crime, uma agressão fazer tantos experimentos, sem nem avisar a mãe de todos os riscos que um pequeno corpo em formação corre ao ingerir este coquetel. 

Continuo pleiteando muito para que tenhamos um orgão, no Brasil. onde, a exemplo dos EUA, os cidadãos (pacientes ou seus familiares) possam se queixar (e processar) especialistas e-ou laboratórios, sempre que se sentirem lesados, ainda que "apenas" por falta de informação fidedigna. 

TDAH é uma situação tão complexa que, para quem quer efetivamente fazer diferente, imprescindível a leitura. Tem de entender para saber o que fazer. Tem de entender SEU FILHO, conhecê-lo, dispor-se a ouvir, a sentir, para indicar alguns caminhos.

Sim, bem difícil neste nosso mundão que nos ensinou a apenas "pegar-nas-prateleiras-e-consumir", a "chegar-no-balcão-da-farmácia-pedir-pagar-levar-e-ingerir"... não, não é fácil alterar este estado de coisas. Só para quem efetivamente quer, para quem efetivamente se interessa, para quem efetivamente AMA o Amor Incondicional!!!

Surpreendo-me sempre de novo e de novo com os casos de supermedicação, onde mães parecem meio sonambúlicas, sem nem se dar conta do que estão fazendo com seus pequenos. A mãe parece não se dar conta do que está fazendo com a cabecinha em formação, cérebro em desenvolvimento, de um pimpolho que ela ama tanto!



Enquanto isso, a criança tem crises de choro ao arremessar coisas - diz a mãe - e pede para a mãe ajudá-la a não ser assim agressiva!!

Quando este cenário vai mudar para melhor??? Depende de cada pai, de cada mãe, de termos mais e mais especialistas criteriosos, de termos professores e orientadores pedagógicos mais compreensivos e menos ortodoxos...

Que as mães e pais tenham Força e Perseverança para continuar abrindo caminho em meio a tanta medicalização e continuem promovendo um mundo cada vez mais saudável para seus filhotes!!!



Sobre metilfenidato (ritalina, concerta, aderall e outros), também venvanse:

O menino Matthew Smith foi apenas 1 entre as 186 crianças que morreram pelo uso de tarja preta, apontados em um levantamento feito nos EUA (1990-2000). No Brasil não temos este tipo de estatísticas, embora sejamos o 2º maior consumidor do mundo de metilfenidato (Ritalina, Ritalina LA e Concerta), informação divulgada pela ANVISA (que não inclui todo o mercado clandestino). Leia mais AQUI: 

Protocolo de Autópsia - Morte do Menino Matthew devido ao uso prolongado de Ritalina


" O que é importante notar aqui é que Matthew não tinha qualquer condição cardíaca pré-existente ou defeito." (Heather Smith - Pai de Matthew)



POSIÇÃO DO SUS sobre carbamazepina - oxcarbamazepina - Uso off-label (fora das indicações para o que foi aprovado):

"A Oxcarbamazepina é um derivado natural da Carbamazepina, sendo consenso que este fármaco apresenta o mesmo mecanismo de ação da Carbamazepina (inibição dos canais de sódio e dos canais de cálcio) e é usado nas mesmas condições clínicas, não existindo diferenças consistentes entre ambas. Evidências científicas não sugerem superioridade de uma em relação à outra. A carbamazepina esta listada na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais(Rename)."

"A oxcarbamazepina é um anticonvulsivante, indicado no controle de diversas crises epiléticas e com indicação secundária no tratamento de transtorno afetivo bipolar e dor neuropática. Não existe nenhuma comprovação científica referente à indicação de oxcarbamazepina no tratamento de déficit de atenção com hiperatividade e seu uso com esta finalidade não é aprovado pela ANVISA e nem pela FDA (Food and Drug Administration – US)." (Tribunal de Justiça de Minas Gerais - 2013)
(Convém ressaltar que o uso fora das indicações de bula, isto é, uso terapêutico não autorizado, significa que a ANVISA não reconhece como uso seguro e/ou eficaz.) Querendo, leia mais aqui:  

TDAH - Oxcarbazepina NÃO É LIBERADA no Brasil para tratamento de déficit de atenção



Defenda-se! Denuncie!

Direitos do Cidadão - Amparo Judicial frente a Erros Médicos, Tratamentos e-ou Efeitos Colaterais de Medicamentos - Balança da Justiça - TDAH e outros transtornos - Você pode e deve Procurar seus Direitos como Cidadão e Consumidor 
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/10/direitos-do-cidadao-amparo-judicial.html


















"Por que alguém com transtorno de ansiedade ou com TOC, sem relação alguma com depressão, após medicado por mais de 6 semanas, e, interrompendo o tratamento, tem os mesmos sinais de abstinencia que uma pessoa depressiva?"
(
 Peter C. Gotzsche, MD - Diretor do Nordic Cochrane Center - Professor e Coordenador de Projetos de Pesquisa da Universidade de Copenhagen - Denmark -autor de "Deadly Medicine and Organised" - Medicina Mortal e Organizada)
FLORAIS DE BACH PARA TRATAR TAB - TRANSTORNO AFETIVO BIPOLAR
Respondendo à pergunta de Suely G.M.

Apreciei receber a tua pergunta. Fui pesquisar, encontrei informações da Monas (site oficial do Bach Centre no Brasil). Vou inserir no meu artigo (topo) lá no Blog. Gratidão! O composto oferecido para tratar TAB - Transtorno Afetivo Bipolar, contêm:


Vervain


Scleranthus


Mustard


Com Brandy 30%

(Tem um já pronto, comercializado pela Botica Alternativa (deixo site ao final); as farmácias de manipulação homeopática também o fazem. Lembrando que é sempre bem importante o acompanhamento de um terapeuta floral, pois nossas emoções (cerne dos problemas que apresentamos) vão se modificando com o uso das essências dos Florais de Bach, exigindo adequações e ajustes.

No site onde pesquisei diz:"O floral de Bach para tratamento auxiliar do transtorno afetivo bipolar (TAB), mais comumente conhecido como bipolaridade (que é a oscilação dos estados de entusiasmos e depressão) é um tratamento natural que auxilia nas fases de depressivas e de euforia, auxiliando na retomada do equilíbrio emocional.

Posologia:
Tomar 4 gotas 4x ao dia, sublingual.


Obs: Os Florais de Bach não se destinam a substituir o tratamento médico, mas é um suporte valioso na espera por ajuda médica numa emergência. É natural, inteiramente seguro e suave, não cria dependência e não interfere com qualquer outro tratamento médico, e sim o complementa."

Site que comercializa o composto para TAB: https://www.boticaalternativa.com.br/roo8u54hd-floral-de-bach-transtorno-afetivo-bipolar-tab-30ml

 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade