segunda-feira, 6 de junho de 2016

TDAH e Acordos - Quadro de Tarefas, Perdas e Recompensas



O monitoramento do quadro é mais uma ação necessária, pois um dos filhos pode 'burlar' os resultados obtidos. Aqui, o filhinho menor da Cassia ia até o quadro aposto na parede e mudava os indicativos, favorecendo a si, tentando deixar o irmão mais velho a descoberto...rsrs
Entender nossas crianças, desde as mais tímidas até as mais intempestivas-agressivas é passo importante da construção de relações mais harmoniosas, seja na família, seja na escola. Às mães é, geralmente, destinada a ação mais árdua, que é manter a disciplina, ser respeitada e obter os resultados esperados de um filhote que, muitas vezes, vem pela via oposta.
Muito mais que brigar, castigar (pior ainda, bater) o bom desempenho está no estabelecimento de acordos, construídos com tempo, com calma, em conjunto, em verdadeira negociação.
A seguir estão preciosas dicas.
(Fica também a sugestão do Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM, com capítulos específicos para as mudanças necessárias nas Relações Familiares e no real papel da Escola)




Por Marise Jalowitzki
Contribuições de Cassia Aiko Sato - Toyohashi - Japão
Comentário de Fer Gabriel Zamboni e Carla Pereira - Brasil

http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/06/tdah-e-acordos-quadro-de-tarefas-perdas.html


Outro dia estava em frente a um jovem que se sentia deprimido e infeliz. Ele tinha a noção incorporada de que estava aquém das expectativas de seus pais, via seus irmãos obtendo sucesso em muitas tarefas e responsabilidades que ele não conseguia alcançar. Como retrazer a autoconfiança em quem ouviu e sentiu, desde bem pequeno de que aquilo que fazia, produzia, pensava e sentia não era o esperado pelos demais? Não era o "certo"?

- Há pais e mães que gritam, que se enfurecem, que batem, que não acreditam que a criança realmente não consegue! E não dá para tirar de todo a razão desses genitores, pois, por vezes, parece mesmo que o filho está fazendo de propósito!! 

Uma mãe diz: "Como vou me convencer de que ele 'não sabe'? Ele sabe sim! Quando faz o tema de casa comigo, diz tudo certinho, vai acompanhando, raciocina e, de repente, se distrai e parece que dá um branco! Não diz mais nada, não diz mais coisa com coisa!"
Outra mãe fala: "Em casa faz todos os temas, fiz uma simulação oral de uma prova inteira e ele respondeu tudo certo! No outro dia, na hora da prova, não acreditei quando a professora me mostrou a folha toda em branco! Por que ele faz isso comigo?"

- Há também pais e mães que desenvolvem uma pena imensa de seu filho "que não consegue" e que só recebe a incompreensão na escola! As crianças, em sala de aula, apresentam crises de ansiedade, são agressivas ou choram (ou as duas coisas). Chegam em casa aos prantos, declaram: "Eu pedi a Papai do Céu que me ajudasse, mas, mesmo assim, não consegui!" As mães, em desalento, relatam que choram junto com seus filhos. 


O alerta é para que os pais avaliem quantas vezes este comportamento (de descrédito e-ou pena) acaba se repetindo! Pois, quanto mais tempo a criança vivenciar tais reações e sentimentos, mais vai se convencer de que são verdades! E esta raiva ou esta pena se internalizam, passam a fazer parte da avaliação que a própria criança faz de si! Complicado! 



Incentivar o respeito e a solidariedade deve ser uma constante


Amor e Compreensão

Quando comento que o Amor e a Compreensão são o "casal-que-dá-certo", sei que nem todas as pessoas entendem. Por parecer simplista e até utópico. Mas é o que funciona!
Amor é Acolhimento, é Aceitação das dificuldades, é mostrar, em todos os momentos, que você está ao lado de seus filhos, que confia neles, que acredita neles, que aposta neles e que vai auxiliá-los a vencer as diferentes etapas da Vida! 
Compreensão é o Entendimento necessário de que seu filho não é um "sem vergonha" e nem está fazendo isso para te desafiar. 

É importante que os pais recebam cada vez mais informações, ajuda mesmo, conhecimentos vários e não sejam apenas responsabilizados (como em tantos casos), seja por "herança genética", seja por "não saber educar"!

Tenho a mais absoluta certeza de que, caso as mamães pudessem sentir mais apoio dos especialistas da saúde, e mais entendimento da situação pelos educadores, estaríamos tod@s bem menos estressad@s! E os amadinhos, sem dúvida, muito mais felizes e saudáveis!


Estabeleça metas possíveis


Adultos precisam de coerência. De nada vai adiantar estabelecer uma tarefa como a acima, se os pais brigam entre si, xingam pessoas no trânsito, discutem (em público ou privado)

No intuito de dotar os pais de mais ferramentas para lidar com seus pequenos - seja os mais impulsivos, agressivos, hiperativos, opositores, desafiadores, seja para os mais desatentos, lentos, ou distraídos - coloco aqui algumas ideias em forma de perguntas e respostas, partindo de algumas premissas:

- Bater não resolve (só cria ressentimento e mais confusão acerca do que é certo e errado, além do que, com a Lei da Palmada, os pais ainda podem se complicar. Embora eu tenha conhecimento que diretoras de escola, professoras e até pediatras ainda recomendem "nada melhor do que duas chineladas diárias!" - Isto é inadmissível!)

- Gritar não resolve (pois mostra que os pais também já perderam o controle, o que só põe tudo a perder, além do que, ao gritar, geralmente se está com raiva e se acaba dizendo coisas inverídicas ou extremadas! E, mais, como, em algum momento, o ser humano adulto pode perder o controle e gritar também, como fica isso na cabeça da criança? Os pais podem, a professora pode, ele não 'pode-e-não-deve'?)

- Falar muito não resolve (até os adultos apenas conseguem assimilar o que escutam durante até 20 minutos, por mais interessante que seja o tema! Depois, se não tiver imagens e movimento, nada feito! Que dirá as crianças! Use frases curtas e objetivas. Fale e deixe espaços de tempo em silêncio, mesmo que você esteja com raiva.)

Cuidado ao escrever certas tarefas! Esta aí acima, por exemplo. Quem pode determinar o que é "sem motivo" para uma criança?

- Procure estar sensível aos sentimentos da criança. É temerário colocar como tarefa: "Não gritar", "Não chorar sem motivo" - Quem pode dizer para a criança que seu choro é sem motivo? Como colocar simplesmente como tarefa "Dormir sozinho"? Isto não acontece assim! A criança precisa ser ouvida, as causas investigadas, por vezes chazinhos e massagens com óleo relaxante (camomila é o melhor), vai ajudar para que a situação mude sem traumas. (Neste último exemplo 'deixar chorar' já se sabe que acarreta mais problemas do que ficar com a criança até esta adormecer.)

Ouvir a criança é sempre muito importante.


Ao invés de dizer "Não estrague" (estágio do erro), instigue a criança para o estágio do acerto "Respeite")!


- Usar "Não!" é pífio (o "Não!" leva o pensamento para o restante da frase, em tom afirmativo. Exemplo: "Não pense em uma maçã vermelha!" - em que você pensou? Numa maçã vermelha!!!)

Também evite termos como "todos os dias", "sempre", "nunca". Como a atividade já vai estar no quadro da semana, já se entende que a ação deve ser diária.

- Temas muito extensos não funcionam para quase todas as crianças. Textos curtos, fazer em partes, pode dar resultados bem mais vantajosos.


Assim, escolham aquelas sugestões que mais se ajustam à situação, à idade de seu filho e Felicidades!


Pergunta 1: Como é o método do quadro de perdas e recompensas e como eu o utilizo?

Na verdade, são várias etapas, que, após construídas, serão utilizadas e penduradas na parede do quarto, em local bem visível e constantemente monitoradas.
1.1) Relação de Gostosuras (o que a criança mais gosta de fazer)

Escrever, com a criança, todas as coisas que mais a cativa, aqueles divertimentos que mais curte.
- Jogos de computador
- Video Game
- Teclar no whatsapp
- Assistir videos
- etc.

Pode ser em uma folha grande ou pequena, no chão ou na mesa, pois, mais tarde, será convertida em "Recompensas".


1.2) Quadro Relação de Tarefas
A primeira providência é escrever-imprimir todas as regras que seu filho deve seguir, as metas que ele precisa alcançar. Esta etapa é a mais conhecida. São os famosos "tem-que..."
Esta relação (confeccionada antecipadamente pela mãe-pai) vai variar conforme a necessidade de cada situação, levando em conta a idade e a expectativa de acerto.
Após listar, dependendo da idade, pode juntar uma figura ilustrativa para cada meta.


O Quadro de Tarefas (evite o termo 'Dever') pode ser diário, com horários bem configurados

Também pode conter as tarefas em forma de figuras e escrita (reforça a clareza da informação), os horários e os dias da semana, além do nome ou foto (ou os dois)
Sugestão de titulo: Tarefas do(a)......(escrever o nome, bem grande e colorido)  
Sugestão de tarefas:
- Escovar os dentes antes de ir pra aula e antes de deitar
- Tomar banho
- Ir para a escola (ou escolinha) 
- Realizar as tarefas da escola
- Deixar os brinquedos e o material escolar organizado
- Ser amigável com os pais e amigos, com a professora e os coleguinhas
- Procurar resolver tudo conversando, sem puxar briga, sem bater, sem empurrar, sem gritar
- Esperar a sua vez, seja para falar, seja para usar o computador, etc.
- Permanecer em sala e não sair toda hora (e, quando sair, avisar a professora)

explique direitinho o que é "em ordem" e "organizado"










É importante explicar para a criança item por item, para que entenda o mais claramente possível quais as situações em que é inconveniente e o que precisa fazer quando for realmente necessário interromper.
Procure iniciar as frases de tarefas sempre com o "desejo bom", evitando a palavra "Não" (como já foi mencionado anteriormente).








Para cada uma das tarefas será concedido um valor. Tipo: aula, ir todos os dias (um dia que não for sem justificativa, já é 'X' - ou "bola fora, bola murcha"). Dois empurrões (ou briga, ou xingamentos) na semana = um 'X' - ou "bola fora, bola murcha".


1.3) Quadro Calendário da semana


O Quadro de Tarefas engloba as tarefas em uma relação semanal. Nesta sugestão, o sorriso significa "OK, Você acertou!" e a carinha chateada "Ops, desta vez não deu!"

Após, construa com seu(sua) filho(a) um calendário com os dias da semana. Aí, pode utilizar uma das sugestões a seguir:
- Colocar a foto dele(dela)
- Colar a figura que represente a tarefa a ser executada em barra lateral esquerda contemplando todos os dias, ou
- Escrever resumidamente a tarefa.

Tenha vários 'X' em vermelho e igual número de Estrelas bem brilhantes, ou outra figura que represente aprovação (palmas, abraço, flores, super herói ou "bola cheia").

Ao término de cada dia, cada tarefa que for devidamente cumprida, leva uma estrela, ou uma bola cheia, ou o super herói ou heroína que a criança mais gosta. Ao final da semana, será feita a contabilidade, para viabilizar (ou não) a concessão das "Recompensas".


1.4) Colar todos os quadros em local bem visível

Depois dos quadros prontos, arrume um lugar na parede do quarto onde os quadros ficarão expostos. Explique à criança o que você quer dela, amorosamente. Diga muitas vezes "Mamãe confia em você! Mamãe te ama e sabe que vais conseguir!". Mostre a importância de tudo que está ali e assevere que você vai ser bastante firme em tudo que está escrito, seja para retirar, seja para recompensar.


1.5) Estimule e elogie a cada acerto


A avaliação é diária e aqui é que reside a sua firmeza em manter o que foi acordado anteriormente.

Tanto o 'X' como o Incentivo: importante que estejam bem visíveis, dia após dia, no quadro Calendário da Semana! 




Todas as crianças adoram (e precisam) ser elogiadas), pois isto, além de aumentar a auto estima, lhes dá o norte sobre como continuar fazendo o Bem, o "certo pra mamãe" (sim, pois as mães são os espelhos dos valores dos filhos pequenos). 

Tudo isto concede autoconfiança, segurança para decidir com mais assertividade no futuro.

Todos os dias antes de meu filho (o menor) ir para a escola eu lembro das regras: sem bater no coleguinha, sem se descontrolar, tentar resolver conversando, não sair da sala de aula sem pedir para a professora, fazer as lições durante a aula (porque como ele era desatento, acabava não conseguindo fazer tudo na sala de aula e a prof mandava para terminar em casa).

E falo: Você consegue,confio em vc!!!
Mamãe te ama muito!!!


Pergunta 2: E nos dias em que não dá certo?

Importante ouvir a professora, sempre que possível, para saber o que aconteceu realmente. E ouvir, com muita atenção, tudo o que a criança tem para dizer. Muitas crianças desenvolvem nesta idade o hábito de mentir e é preciso estar atenta. Da mesma forma, já sair achando que o filho "inventa sempre e quer aplicar", pode levar à piora do quadro.

Filhos com a autoestima já arranhada por anos de exclusão, exposição e humilhação, costumam enredar-se em mentiras sucessivas, numa tentativa cada vez mais frustrante de safar-se. MUITO importante a terapia e, se preciso, o uso dos Florais, Homeopatia, Reiki, algum esporte ou atividade onde possam afirmar-se, onde ir desenvolvendo autoconfiança. Assim, ficarão mais seguros, até para aceitar os reveses naturais da Vida.

Cassia Aiko Sato - Meu filho menor tem 6 anos. Logo que chego para buscá-lo na escola, pelo olhar dele já sei se foi tudo bem!

Nos 'dias bons' ele já me olha com um sorriso e fala: "Eu não bati em ninguém, não fiquei nervoso e fiz toda a lição, mamãe!!! Pode perguntar pra prof!!!"
Eu demonstro para ele minha felicidade e dou muitos beijos, abraços e os parabéns!!!

Nos 'dias ruins' ele me recebe com olhar baixo e triste e fala ..."mamãe, hoje eu não consegui, me perdoa!!! Eu vou me esforçar mais amanhã!!!"
Eu respondo: 
"Eu sei que vc vai, confio em vc!!!
Mas vc sabe da regra né,então hoje vc vai levar o X no calendário e nada de TV, nem desenhos no YouTube .
Mas amanhã vc pode conseguir a carinha no seu calendário e eu sei que vc vai conseguir!!!"



Pergunta 3: Será que este método não fará a criança ficar interesseira? 


Fazer uma coisa pra ganhar outra.Ou só fazer algo se for ganhar outra em troca - é uma preocupação de muitas mães. Uma delas comenta: "Já tentei fazer esse quadro com meu filho, mas não deu muito certo, pois aí ele fica falando assim: 'só faço isso, se me der aquilo' ou 'se eu fizer isso, vou ganhar aquilo?'. Acho que temos que ensiná-los a fazer as coisas por questão de bondade, e não pra ganhar prêmios."

Na faculdade discutíamos muito sobre isso, principalmente ao estudar Skinner e as questões de recompensa. 

Uma ala era contra. "Não são ratinhos", diziam - "não são ratinhos para ganhar queijo se fizerem 'certo'..." 
A outra ala (onde eu me incluía) comentava da necessidade de elogiar, que é uma das maiores recompensas que uma criança pode receber quando cumpre o que é esperado dela. Mostrar a ela o quanto é importante alcançar objetivos, cumprir as tarefas estipuladas, especialmente as mais importantes. Não se trata de domesticar e ensinar a "baixar a cabeça sem questionar" e, sim, de auxiliar para que dê tudo certo naquele ano, naquela escola. Paralelamente, acarinhar, aprovar. Incentivar.

E, como mães e pais, tentar parcerias com a escola para que as metodologias sejam cada vez mais atrativas, fazendo com que o aluno mantenha a motivação para o estudo e o frequentar a escola.

E nosso argumento, na faculdade, sobre "necessidade de recompensa" era: "Não é assim na vida de todos nós, independente da idade? 
Antigamente, as crianças recebiam castigos físicos (uma perda) e ganhavam recompensas (não apanhar!). 

Nas empresas, os adultos trabalham um mês inteiro para receber salário. O trabalhador precisa se esforçar para cumprir os acordos, dedica a sua força-laboral em troca do dinheiro acertado ("recompensa" por cumprir as cláusulas contratadas). E, caso falte ou não faça direito, leva advertência, até suspensão, pode ter dias descontados ("perdas")... não acaba sendo a mesma coisa? 

Quando temos um financiamento ou executamos uma compra a crédito, acontece igual! Caso não cumprirmos o que foi estipulado, ficamos com "o nome sujo", temos o crédito suspenso e, por vezes, até mesmo o bem apreendido. Perdemos o que se havia assegurado.

Com a criança, da mesma forma!

Além do que, há maneiras de tornar a vida (incluindo as tarefas) mais prazerosa!

Algumas tarefas podem transformar-se em prazer, não apenas 'dever' ou 'meta"
Deixar os pratos mais atrativos visualmente é uma excelente forma de estimular o ato de alimentar-se, por exemplo.










     

Pergunta 4 : E o que fazer caso ele fique ainda mais agressivo ao perder?

Outra mãe coloca: "Nosso filho, quando fazia algo errado e perdia a recompensa, ficava mais nervoso ainda, e mais agressivo. Talvez eu não tenha feito do jeito certo, pois ele quer escolher o prêmio, e às vezes é algo que sei que não é bom pra ele. Se alguém puder me ensinar como usar o método, agradeço."

Não proponha uma regra que não consegue aplicar! Pois isso enfraquece cada vez mais!  Tipo: "Vai ficar sem o video game durante todo o fim de semana!". E, no sábado de noite, a mãe fica com pena, se arrepende e volta atrás: "pode ir pro video game. Mas não te acostuma! Não vai ser sempre assim!" - A criança fica confusa, passa a desacreditar e vai tentar sempre de novo, pois a possibilidade de afrouxar, existe. 

Também existem aqueles pais que "botam de castigo": "Vai dormir sem comer!" - Isto é terrível! Ficar sem se alimentar, nesta idade, pode provocar insonia, vai acordar mais desastrado e agitado no outro dia...

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E lembrem que a agitação, a agressividade é sempre uma defesa ("A melhor defesa é o ataque"...). Portanto, sempre que sentirem que as coisas começam a fugir do controle, busquem os chazinhos (erva-doce, erva-cidreira, mulungu, camomila, maracujá, etc.) e os Florais ( leiam neste link: TDAH e Florais )
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Cassia Aiko Sato - Quando desobedecerem as regras, leve e mostre, coloque o X no calendário e cumpra com a disciplina. Se ele não vai assistir TV, por exemplo, porque não cumpriu a regra, vá até o fim e não deixe mesmo!!!
Pensem bem e cada uma pode bolar seu método de incentivo e disciplina!
Também combinem a recompensa pelo bom comportamento dentro daquilo que consideram justo e viável!!!
Aqui é o game, que só será liberado no final de semana se o comportamento for bom durante a semana.


O que eu vejo é que depois que vc estipula regras e explica p criança o q vc espera dela, ela começa a entender e se esforçar!
Eu vejo como ele se esforça e como ele mudou, me emociona todos os dias !!!
E hoje eu recebo muitos elogios da profe, das pessoas que convivem com ele.
Isso é muito gratificante e recarrega as baterias p/continuar!!!
Força p vcs, meninas!!!









Fer Gabriel Zamboni Post maravilhoso... preciso encontrar um profissional desse aqui na minha região. A médica do meu filho me dá muitas dicas, mas é a favor da medicação. Por enquanto, estou lutando sozinha sem medicá-lo e sempre seguindo as dicas do grupo e principalmente as suas Marise Jalowitzki que me abriu os olhos quando mais precisei. 
Obrigada, também à Cassia Aiko Sato . Adorei! Grande bj




Marise Jalowitzki Hoje ouvi de uma amiga do litoral: "Vai ajudar muitas mães e evitar algumas palmadas!"... uffa!! ai,ai!... que bom! Bjs   

Carla Cristina Ótimo post! Mais uma vez você está de parabéns! Esses quadros ajudam demais! Uso com meu filho o quadro de regras desde os seus 3 anos. E a cada ano ou necessidade, algumas regras saem e outras entram. 
E ele mostrava pra todo mundo que chegava em casa o quadro das regrinhas e explicava cada uma Rsrsrsrsrs sempre ficou pregada na porta do seu quarto. 
Ele tem também um outro quadro para colocar as estrelinhas que ganha pelo bom comportamento na escola e nas tarefas. 
Mas gostei demais do quadro calendário semanal e do de atividades pois poderei englobar as coisas que temos mais necessidade de atenção em um quadro só e como ele já está alfabetizado, será mais interessante ler. E posso assegurar que sim, já poupou inúmeras palmadas, stress e remorso.

E este é o quadro de estrelinhas que falei:













Marise Jalowitzki 
Carla Cristina, que beleza! Achei tão pertinente a questão de ele mostrar a todos que chegavam na casa! É a isso que me refiro quando comento que uma tarefa, um 'dever', um "tem que..." pode ser transformado em um motivo de satisfação, de importância!








Publicado originalmente em 01.Abril.2015 - no blog Compromisso Consciente


Querendo, leia também: 







“É amplamente aceito que doenças como TDAH são geneticamente programadas, assim como a esquizofrenia e tantas outras. A verdade é o oposto. Nada é geneticamente programado.
PREDISPOSIÇÃO genética não é

PREDETERMINAÇÃO genética.”
Dr. Gabor Maté 
Físico, autor de Portland Society





 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade

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