Mostrando postagens com marcador Silvio de Jesus Possatti. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Silvio de Jesus Possatti. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de outubro de 2016

TDAH - AÇÃO SOCIAL - 30 vagas para tratamento com neurofeedback a valores promocionais em São Bernardo do Campo - SP


30.outubro.2016
Com muita satisfação comunico que, a partir de hoje, iniciamos nesta página e grupo uma Ação Social envolvendo também os especialistas que participam. Durante os dois últimos anos, periodicamente eu realizava (e ainda realizo) doações do Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM em instituições escolares, abrigos, creches, bem como a mães e pais carentes, sem condição de pagar o Livro. Durante este período, soube de ações beneméritas efetuadas pelo Edson Damião, psicopedagogo, arteterapeurta e terapeuta floral do Rio de Janeiro; também da Vera Beatriz Telichevesky, pediatra homeopata em Canoas - RS. Agora, participa também do Grupo o Dr. Silvio de Jesus Possatti, psicanalista, especialista em Neurofeedback e TDAH, em São Bernardo do Campo - SP. E é dele, do Silvio de Jesus (face) que anunciamos: A partir de hoje ele disponibiliza 30 vagas para tratamento com neurofeedback a preços promocionais! Favor tratar pelo F.: 011 41257988 ou na página dele. Deixo o texto que o Dr. Silvio Possatti passou:
"O ingresso a terapias modernas como o Neurofeedback, infelizmente ainda é para poucos, face o alto custo por sessão, e pensando principalmente no sofrimento ou comprometimento de ordem psicológica, mental ou cognitiva que impactam a vida do paciente/cliente e de seus familiares; nós estamos abrindo 30 (trinta) vagas para atender a quem precisa de terapia para TDA, Ansiedade, Depressão, Fobia, Síndrome do Pânico, Estresse; e não têm condições financeiras para arcar com o custo dessa terapia com Neurofeedback. Consulte-nos. Atendemos crianças, adultos e idosos."
Parabéns a todos os que se importam em levar ao maior número possível tratamentos efetivos, sem o uso de psicotrópicos (ou o mínimo desses tarjados, e pelo menor tempo possível).
Estamos recebendo com carinho novas adesões e informações.
Abraços e Bençãos a tod@s!

http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/10/tdah-acao-social-30-vagas-para.html

 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:




sábado, 22 de outubro de 2016

TDAH - Drogas da obediencia ou Neurofeedback





Por Silvio de Jesus Possatti
22.outubro.2016

O que estão fazendo com nossas crianças?
Somos o segundo maior consumidor mundial do psicotrópico que têm como princípio ativo o cloridrato de metilfenidato (ritalina, concerta, aderall e outros), e infelizmente ainda não há consenso sobre o uso do medicamento entre a classe médica. Há os que o defendem, garantindo que os remédios cumprem sua função para quem apresenta os comportamentos tidos como indesejados; do outro lado, gente que teme o pior ao comparar os efeitos das doses aos da cocaína, alertando que meninos e meninas que usam a droga correm risco de vida. 

Diante do quadro, em que muitos médicos preocupados com o futuro da nova geração chegam a duvidar até mesmo da existência do TDAH – distúrbio neurológico identificado, na maioria das vezes, na idade escolar, em crianças e adolescentes desatentos, agitados e com dificuldades de aprendizagem. Fato é: há o uso desenfreado das medicações, conhecidas comercialmente como Concerta e Ritalina, e Venvanse (esse mais recente). Polêmico, o assunto envolve a indústria farmacêutica, põe em xeque pesquisas científica e divide a medicina. Não sem razão. Estamos falando de crianças, de uma geração futura.

Desde quando esses comportamentos infantis, variando de normais a indisciplinados, se tornaram uma doença? Mas, mesmo assim, no mundo, milhões de crianças são diagnosticadas com TDAH, quatro a nove vezes mais meninos que meninas. Virou moda no Brasil, como nos Estados Unidos, diagnosticar crianças bagunceiras como "hiperativas".

E no mundo globalizado em que vivemos, temos pais fatigados; professores estressados em escolas superlotadas, um medicamento para controlar "crianças difíceis" é como uma "bênção": “Fica claro porque TDAH se tornou uma ‘epidemia’”. Quando uma criança é medicada, todos ficam felizes. A companhia farmacêutica tem mais uma venda, alguns médicos mais um paciente, os pais são isentados, e a escola se livra de um problema comportamental. Todos estão felizes, exceto a criança. E nesse caso a criança não tem voz.

Por isso, informe-se sempre. Saber mais sobre o TDAH é essencial, o primeiro passo é buscar conhecimento, posteriormente um profissional de saúde que faça uma boa avaliação (diagnóstico) é fundamental. Essa avaliação deve acontecer por uma equipe multiprofissional (onde todos os envolvidos analisem e emitam seu parecer ANTES de definir um diagnóstico), incluir todo o histórico de dificuldades da criança e não só os problemas escolares; com detalhes abrangentes sobre o processo de desenvolvimento e o histórico de sintomas. “Não é porque alguém é distraído ou agitado que tem um transtorno. Mas é muito perigoso também confundir os sintomas do TDAH com traços da personalidade”. 

Tratamento através do Neurofeedback
Saiba que há outras opções para o tratamento, além do usual método de medicação psicotrópica. Atualmente, através do desenvolvimento tecnológico, o Neurofeedback surge como uma opção, com potencial para melhorar o foco, a concentração e o equilíbrio emocional, de maneira natural e não invasiva, agindo diretamente sobre as estruturas cerebrais responsáveis pela falta de atenção, hiperatividade, impulsividade, dificuldades com memória, entre outros. Os resultados obtidos com a tecnologia do neurofeedback em relação ao controle dos sintomas e da atividade do cérebro são equiparáveis aos resultados do uso de medicação, com a vantagem de não ter os efeitos colaterais. 

O Neurofeedback é recomendado por instituições acadêmicas e científicas dos Estados Unidos. No Brasil seu uso ainda é recente, em crescente processo de aceitação. 





Silvio de Jesus Possatti - Psicanalista pela Associação Brasileira de Psicanalise, doutorando pela Sociedade iInternacional de Psicanalise, especialista em TDAH infantil-jovem-adulto; terapeuta cognitivo comportamental, coaching em relacionamentos interpessoal / sentimental, neuroterapeuta, especialista em terapia com bio e neurofeedback, PNL.

F.: 011 41257988 Rua Dr. Flaquer 355 - centro -São Bernardo do Campo - São Paulo - .Facebook: Silvio Leao - site: www.mentalemocionalcoaching.com.br






"O treinamento de neurofeedback é um procedimento indolor, não invasivo. Um ou mais sensores são colocados sobre o couro cabeludo, orelha, face. As ondas cerebrais são monitoradas por meio de um amplificador e um instrumento baseado em computador, que processa o sinal e fornece a informação adequada. Isto é apresentado ao paciente, por meio de um jogo de vídeo, ou outro monitor de vídeo, juntamente com os sinais de áudio. O indivíduo é convidado a conduzir o jogo de vídeo com seu cérebro." 
(pág 121 e 122 - Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM de Marise Jalowitzki)

Mais sobre o tema (clique no título:



















sexta-feira, 8 de julho de 2016

TDAH e neurofeedback





Por Marise Jalowitzki
08.julho.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/07/tdah-e-neurofeedback.html

Muitos pais e mães possuem dúvidas e receios quanto ao uso do neurofeedback em crianças. Sim, e eu concordo com a necessidade do cuidado, pois facilmente, em mãos de terapeutas pouco criteriosos, pode ser altamente manipulativo. Mas nunca comparável com o estrago que um psicotrópico pode realizar, especialmente em tratamentos químicos prolongados. Importante aliar o neurofeedback à terapia psicológica, pois, além do ajuste de frequencia cerebral, a criança-adolescente-adulto precisa conhecer-se, entender seus mecanismos.

Até bem pouco tempo os games eram vistos como "dispersores" de uma instrução chata e tradicional (é óbvio). Agora, os orgãos internacionais reconhecem os benefícios. Isto percebi em um querido meu, há anos... tido como disperso, e altamente concentrado em jogos...como assim? então, é preciso adaptar os métodos de ensino!! Muito de meu trabalho está voltado a isso.

No neurofeedback, o joystick (no caso de jogos em monitor de tv) ou o teclado (no caso dos notes e cel) são substituídos pelos comandos cerebrais, monitorados em tela. Leia descrição a seguir, contida no Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM.

"Neurofeedback
Determinados estudos evidenciam que a principal característica neurológica do TDAH é um excesso de ondas de baixa frequência (ondas lentas) no córtex frontal, não permitindo a transmissão adequada de impulsos nervosos entre os neurônios. As descargas elétricas são a base de transmissão de informação entre os neurônios, responsáveis pelo funcionamento do cérebro. Sendo o córtex pré-frontal o responsável pelas funções de controle voluntário da atenção, planejamento, julgamento, tomada de decisão, autocontrole, e outras, surgem então os sintomas do TDAH. 




Segundo o EEG Spectrum Affiliate (República Tcheca) neurofeedback ou neurobiofeedback é um conjunto de procedimentos baseados no processo de reforçamento condicionado, no qual se aprende a controlar a frequência das ondas cerebrais. Esta alteração atua sobre a base biológica do transtorno, proporcionando então um efeito duradouro e não apenas momentâneo como os produzidos pelos psicoestimulantes (estimulação química). 

O treinamento de neurofeedback é um procedimento indolor, não invasivo. Um ou mais sensores são colocados sobre o couro cabeludo, e uma em cada orelha. As ondas cerebrais são monitoradas por meio de um amplificador e um instrumento baseado em computador, que processa o sinal e fornece a informação adequada. Isto é apresentado ao paciente, por meio de um jogo de vídeo, ou outro monitor de vídeo, juntamente com os sinais de áudio. O indivíduo é convidado a conduzir o jogo de vídeo com seu cérebro. 

Com o aumento da atividade de banda em frequência desejável, o jogo de vídeo se move mais rápido, ou alguma outra recompensa é dada. Com a atividade em aceleração diversa da banda, o vídeo game é inibido. Aos poucos, o cérebro responde convenientemente aos estímulos que estão sendo dados, e uma "aprendizagem" de novos padrões de ondas cerebrais ocorre. O novo modelo é mais próximo do que normalmente observado em indivíduos sem essas deficiências.

O tratamento pode durar de 30 a 60 sessões de, em média, 45 minutos (a primeira dura 2h). Essa é uma alternativa para pleitear uma redução da medicação ou até mesmo a extinção do tratamento medicamentoso (metilfenidato), uma vez que consiga, após o tratamento com neurofeedback, aumentar sua frequência cerebral. A durabilidade do tratamento, ao contrário dos medicamentos psicoestimulantes, acontece de uma maneira duradoura e sustentada.


No caso do TDAH, a impulsividade, distração e hiperatividade podem todos responder ao treinamento. Isso pode levar a muito mais bem sucedido desempenho escolar. As funções cognitivas podem melhorar bem. Em vários estudos controlados, foram encontrados aumentos de 10 e mais pontos no QI de um grupo representativo de crianças com TDAH. O comportamento pode ser modificado em outros aspectos também: Se a criança é muito birrenta, é beligerante, e até mesmo violenta ou cruel, esses aspectos de comportamento podem ficar controlados na criança... Aqui também cabe ponderar..." (pág 121 e 122 - Livro TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM de Marise Jalowitzki)


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade