quarta-feira, 16 de março de 2016

TDAH - medicar ou não, quando os pais estão convencidos que se trata de distúrbio ou doença mental




Por Marise Jalowitzki
16.março.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/03/tdah-medicar-ou-nao-quando-os-pais.html

Uma mãe pergunta: "quando uma criança-adolescente é diagnosticada 'corretamente' com algum transtorno , distúrbio ou doença mental com atenção e prudência de vários especialistas , como eles vão tratá-las se todos os medicamentos citados nesses tratamentos são tão prejudiciais ? Não haveria uma negligência da parte dos pais se recusarem esse tratamento ? Como ela deve agir?" 


Esta ponderação é complexa e precisa ser analisada por vários ângulos:
1)     Antes de tudo, é primordial conhecer as causas que levam uma criança-adolescente aos comportamentos tidos como indesejados socialmente. Para isso, na maioria das vezes, uma terapia psicológica vai ajudar muito, espaço onde a criança vai poder se expressar, contar de si, mostrar um tanto de sua visão de mundo e se sentir respeitada por isso. Mais de 80% das situações-"problema" são resolvidas sem a necessidade de intervenção medicamentosa. Há outros tratamentos. Há outras medicinas.
   
     Com relação ao uso de psicotrópicos, falando de maneira bem ampla (não apenas focado em tdah e sim em todas as intervenções alopáticas: particularmente, evito os alopáticos em tudo o que é possível, desde um paracetamol (agora sendo demonizado. Por anos tendo sido recomendado e inclusive sendo distribuído pelo SUS...). Sempre que possível, evitar os alopáticos parece ser uma providencia ajuizada, pelos riscos de efeitos colaterais por vezes bastante danosos (e até letais).
2)     Com tudo que se busca saber sobre psicotrópicos, psicotrópicos, em medio prazo, acarretam mais prejuízos que ganhos. E não é somente um ou outro especialista que pensa assim. Há toda uma vertente, mesmo dentro da psiquiatria, que defende o não uso de tarja preta! (caso não tenha visto ainda, um dos documentários que sugiro ver é “Marketing da Loucura”)
3)     O tdah continua sendo um diagnóstico tão controverso! Com tantos vieses! Será mesmo que TODAS AS INTERVENÇÕES, que envolvem especialmente a família e os pais e que incluem terapia psicológica, foram realmente tomadas? E respeitando o tempo da criança? Sim, pois tem mães que levam seus filhos em duas, três consultas, “não vêem resultados” e interrompem! Como assim, uma criança conseguir conectar com o seu autorespeito e poder se expressar em duas, 3 consultas? Os sentimentos humanos não são conectados como uma tecla “enter” assim automaticamente! Demanda tempo, empenho, tolerância. (mirem-se! nós mesmos, como adultos, quanto tempo levamos?)
4)     Mesmo tendo sido “fechado o diagnóstico”, e os pais concordando com os especialistas que o melhor seja aplicar medicação, há outros tipos de medicação, como temos analisado sempre por aqui, como a homeopatia e a fitoterapia, além dos florais. A efetividade é inconteste e pode ser constatada em vários relatos de pais que ousaram mudar o sistemático.


não minimize as reações de seu filho. tente descobrir as causas que o levam aos comportamentos indesejados

5)     Os outros fatores, tais como alimentação, comida industrializada (corantes, conservantes, espessantes), refrigerantes, carne vermelha, tudo influencia para acirrar o quadro. Até mesmo os tecidos das roupas, a quantidade de eletrônicos em casa, tudo emana radiação que desassossega, inquieta, agita. E estes são quesitos pouco divulgados em nosso país. E quando falo em "alimentação", não me refiro à quantidade "ele come bem". Refiro-me à qualidade do prato. Em se tratando de qualidade, tanto no caso de agitação como na falta de concentração, há também alimentos que auxiliam, agindo diretamente nestes focos, melhorando, o que é de imensa valia. 
6)     Além das atividades extra curriculares, que podem determinar a autorregulação infantil. Uma criança, quando se “encontra” em um esporte ou outra atividade cativante, pode acertar todo o demais, em termos amplos.
7)     E, por último, caso após todo este “compendio argumentativo” ainda permanecer a intenção de administrar os psicotrópicos em uma criança tida como tdah (cujo cérebro está em desenvolvimento e, portanto, ainda mais suscetível que o adulto para os danos dos efeitos colaterais), que o tratamento (monitorado) não ultrapasse um, máximo dois anos, dizem os especialistas. 
8)     E, mesmo nestes casos, administrar os florais juntamente com os psicotrópicos diminui em muito a quantidade e o tempo de ingestão.


Por vezes a pressão é tanta que tudo que os pais se convencem que há um problema sério com seu pimpolho e querem  “resolver” uma questão que é mais do entorno, do mundo adulto, que da criança-adolescente! Em todas as situações, é sempre preciso ponderar sobre as causas. Seja nas questões de agressividade, realinhar este futuro líder para que não se torne um futuro déspota exige trabalho, dedicação, empenho, orientação precisa. Seja nas questões de depressividade, de encolhimento, para que não se torne uma vítima social. Conversa, muita conversa, terapias, tentativas várias. E não apenas enveredar pela saída que parece mais fácil, psicotrópicos. Que, bem sabemos, em médio prazo acabam dando sómais dor de cabeça. E do que precisamos é Harmonia, Saúde, Alegrias, Entendimento.


Querendo, leia mais sobre a influência da alimentação:




Hiperatividade. Causa está na mesa, adverte psiquiatra.
Os autores de vários estudos também demonstraram o impacto positivo da eliminação dos produtos alimentares contendo aditivos alimentares sintéticos, como corantes alimentares artificiais e conservantes sobre o comportamento das crianças com TDAH.
ÔMEGA-6, presente especialmente na carne vermelha, galinhas e ovos de granja, causa Hiperatividade 
Não comer carne não oferece qualquer prejuízo à saúde - cardiologista e nutrólogo Julio César Acosta Navarro, Instituto do Coração do Hospital de Clínicas de São Paulo
A influência dos componentes da dieta sobre os sintomas de TDAH em crianças.





Capítulo XII - Dieta especial pode ajudar portadores de TDAH - Livro TDAH Crianças que Desafiam
O que incluir na dieta



http://www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/03/tdah-omega-3-hiperatividade-e.html



A dieta de eliminação iniciou apenas com arroz, vegetais, pouca carne e muita água, além de diminutas porções dos chamados alimentos alergênicos  (alimentos que podem desenvolver alergias), tais como trigo e seus derivados, batatas, leite e seus subprodutos, etc. (pág 171 - Livro TDAH Crianças que Desafiam)

 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade

sexta-feira, 11 de março de 2016

TDAH - Ômega 3 - Hiperatividade e Concentração




Capítulo XII - Dieta especial pode ajudar portadores de TDAH - Livro TDAH Crianças que Desafiam
O que incluir na dieta

"Assim, use vitaminas e nutrientes essenciais para seus pimpolhos. Omega-3 é um tipo de gordura poli-insaturada. É um ácido graxo essencial encontrado em vegetais, especialmente na linhaça, nozes de cânhamo e linho e em certo tipo de peixes como sardinha, salmão e atum (melhor usar a linhaça, imersa em água durante algumas horas, para inchar a semente e potencializar resultados. Os peixes precisam ter origem garantida, já que, especialmente os advindo do oceano Pacífico, estão com alta taxa tóxica, principalmente após o desastre em Fukushima, no Japão). Peixe contaminado, não!). 
A dieta para os chamados hiperativos deve ser rica em Omega-3 (os ácidos gordos), já que ela desempenha um papel importante no funcionamento adequado do cérebro. Atenção também para incluir uma alta quantidade de proteínas e alimentos de baixo carboidrato. Dieta rica em proteínas inclui queijo (pode ser tofu), nozes, feijão, que melhoram a concentração mental. Crianças diagnosticada com sintomas de TDAH devem comer muitas frutas e vegetais frescos, pois são fontes ricas de vitaminas e minerais essenciais." (pág.168).

MUITO importante saber a origem do Ômega 3. MUITO melhor se for de óleo de linhaça.
O óleo feito de peixe tem de avaliar MUITO bem, (e é bem difícil de identificar a fonte, para saber se são peixes contaminados, ounão) pois a maioria de Ômega 3 que está sendo comercializado são de peixes marinhos, onde a poluição (inclusive nuclear, como no Pacífico - pela explosão de Fukushima) está atingindo níveis tóxicos inimagináveis.


Por Marise Jalowitzki
11.março.2016
http://www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/03/tdah-omega-3-hiperatividade-e.html

Uma mãe pergunta sobre o Ômega-3.
Há alguns dias estou pensando em publicar especificamente, já que ele é tudo de bom para a concentração. Vou colocar algumas coisas aqui:
- Uma das fontes é o salmão e o atum (atualmente altamente desaconselhado pelo grau de toxicidade dos oceanos, o que compromete muito!)
- A outra fonte, tão rica quanto, e sem os riscos, é a sementinha da linhaça.
O ômega 3 é super potente e importante para aumentar a concentração. Aqui, como somos vegetarianos-veganos, usamos o ômega 3 da linhaça. Um quarto de copo dos grãozinhos, enche de água, enxágua, enche de novo, cobre com paninho poroso e deixa de molho por 8 horas. A "água" viscosa substitui a clara de ovo até em receitas culinárias. Pode ser misturada em sucos, pode ser tomada pura. Não tem gosto, é super saudável e antioxidante.
A sementinha germinada (o que acontece depois das 8 horas em água) é rica fonte de ômega 3. Pode ser comida (mastigada crua), pode ser misturada ao alimento, pode ser misturada em receitas diversas (pão, saladas, o que quiser).
Para os que preferem, tem também em cápsulas, embora a semente in natura seja o processo mais rico e saudável. As cápsulas vendidas como, simplesmente, "Ômega 3" requerem uma pesquisa mais aprofundada, pois podem ser de origem animal (salmão, atum) e, como consta lá no início, a chance de contaminação radioativa e outros tóxicos é muito grande.
Não adianta comprar a "farinha" - linhaça triturada. Sementinha seca e triturada, perdeu quase toda a propriedade.

Marise Jalowitzki



Sobre a linhaça marrom ou dourada:
"A casca da linhaça marrom é um pouco mais dura e resistente, mas isso não altera a disponibilidade de seus nutrientes. Nada disso faz com que a linhaça dourada seja melhor e mais desejável que a marrom. Toda essa propaganda da linhaça dourada não passa de… propaganda!
(...)
Uma outra diferença considerável, do ponto de vista do cultivo, é que a linhaça dourada, por ser cultivada em climas muito frios dispensa o uso de agrotóxicos, já a linhaça marrom por ser cultivada em climas quentes e úmidos, pode exigir o uso de agrotóxicos para eliminar pragas. Fique atento a essas especificações na embalagem do produto! (http://www.linhaca.net.br/diferencas-entre-a-linhaca-dourada-e-a-linhaca-marrom/ )


Mais neste blog sobre o ÕMEGA-3: 




Hiperatividade - Causa está na mesa, adverte psiquiatra. 

Hiperatividade. Causa está na mesa, adverte psiquiatra.
Os autores de vários estudos também demonstraram o impacto positivo da eliminação dos produtos alimentares contendo aditivos alimentares sintéticos, como corantes alimentares artificiais e conservantes sobre o comportamento das crianças com TDAH.
ÔMEGA-6, presente especialmente na carne vermelha, galinhas e ovos de granja, causa Hiperatividade 
Não comer carne não oferece qualquer prejuízo à saúde - cardiologista e nutrólogo Julio César Acosta Navarro, Instituto do Coração do Hospital de Clínicas de São Paulo
A influência dos componentes da dieta sobre os sintomas de TDAH em crianças.


Por Marise Jalowitzki
Leia na íntegra:

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Querendo, leia sobre produtos tóxicos AQUI: PRODUTOS QUIMICOS EM NOSSO COTIDIANO CAUSAM ALTERAÇÕES NEUROLÓGICAS, ESPECIALMENTE EM CRIANÇAS
http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/01/produtos-quimicos-em-nosso-cotidiano.html
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Um site muito rico em conhecimentos sobre grãos com o DNA ativo (desperto - germinados), da amiga Conceição Trucon: http://www.docelimao.com.br/site/agenda/agenda-turma/378-como-germinar-graos-e-sementes.html
 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br


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Déficit de Atenção e Hiperatividade




segunda-feira, 7 de março de 2016

Hiperatividade, Desatenção - TDAH - Kit-sugestão








Por Marise Jalowitzki
07.março.2016
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/03/hiperatividade-desatencao-tdah-kit.html


"Kit-sugestão" que enviei a uma mãe, há pouco.Creio que possa servir a outras situações [semelhantes]. A garotinha é agitada, 'hiperativa', superinteligente e 'não faz os temas'. (Msg enviada pela mãe ao final).
Abençoa tua filha e cobra do mundo adulto uma melhor adequação ao que ela pensa e sente. Parece absurdo, não é? Mas é assim mesmo! Uma criança aporta ao mundo sem nenhuma noção do que são os valores que há por aqui. A única coisa que quer é ser amada e aceita do jeito que ela é! Com todos nós foi assim e continuará sendo com os demais. Ocorre que amar quem tem jeitos diferentes, que não entendemos muito bem, com os quais não concordamos, transforma-se em um verdadeiro desafio, especialmente quando se trata de nossos filhos, nossa continuidade, nossa imortalização.
Por vezes, as atitudes deles parecem tão, tão absurdas, como perder um dia lindo de sol e brincadeiras, caso fizesse o tema no tempo 'certo', por exemplo. "Como você pode perder tanto de sua vida? Não vê que bastaria apenas copiar e pronto?" - dizemos. E, não raro, acrescentamos: "Como tu és burra!" - "Como tu és burro!" Aquilo vai se armazenando no subconsciente e formatando uma "verdade particular". Dentro de pouco tempo, a 'inteligencia adiantada' começa a dar lugar ao descaso absoluto, e, mais, vem a agressividade. A criança quer se livrar de tudo isso. O que ela tem pra dar "não serve" ao mundo adulto e ela reage.
Tua filha não gosta de copiar, não gosta de ficar sentada, não gosta dos métodos tradicionais. " ela lê muito bem e escreve bem, sabe soletrar que é uma beleza. " O que os adultos estão fazendo para cativá-la, colocando-a em atividades sensoriais (pois ela aprende tocando, mexendo, construindo)? 6 anos, quase 7. Quantas reclamações já escutou ao longo de sua vidinha?O que ela deduz: "Não adianta saber ler e escrever, tem de ser exatamente como querem que eu seja!" - E se isso for muito difícil para ela? Em contrapartida, caso ela não receba reprovações em demasia, vai se ajustar no seu tempo. Querida, peço que leia também este artigo, relato de uma mãe que também estava com os cabelos em pé. Ela me enviou videos, também, onde o filho gritava demais, batia, quebrava coisas, tanto na escola como em casa.
Se a adicionares, vais ver como o garoto continua maravilhoso. Para ele, a 'solução' foi a capoeira, além de todas as orientações que o psiquiatra deu aos educadores e pais, e que foram seguidas à risca. Nenhuma medicação foi necessária. Oferece para ela algumas atividades onde possa se expandir: capoeira, taekwondo, natação, meditação, pintura livre, dança. Há tantas atividades. Por vezes a primeira não "cola" e há que tentar uma outra, até acertar. Infelizmente, aqui no Brasil, a primeira providencia recomendada é ritalinizar. O que, no caso dela, é extremamente desaconselhável, embora muitos médicos receitem. Ritalina (concerta, venvanse e outros) não são para crianças agitadas, ansiosas, que tem dificuldade para permanecer sentadas. Diz na própria bula, como pode ser lido aqui: http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/08/quem-entende-ritalina-nao-e-para.html
A questão da "maturidade emocional", faz com que muitas e muitas crianças sejam rotuladas como tendo transtorno mental, quando nada disso existe. Uma defasagem de 3 anos é plenamente aceita por todos os especialistas criteriosos. Portanto, o que quer uma criança que tenha a maturidade emocional de 4 anos, mesmo que sua idade cronológica seja de 7? Quer brincar!! Pular! Correr! Há bastante explicação sobre isso em meu Livro e uma palhinha neste artigo: http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/03/tdah-mamaes-reflitam.html
O que aconselho, em termos de Florais de Bach, é sempre o Rescue Remedy, como "portal de entrada". Trata-se de um composto com 5 essencias florais que vão direto na questão da agitação e da ansiedade. Também os chazinhos, a massagem de camomila. E para a concentração, o Wild Oat (especialmente para os dias de prova). Podes ver aqui:
Uma providencia para a autorregulação (ela mesma ajustar-se ao instituído) é realizar o Plano de Acordos (Tarefas, Perdas e Recompensas), atentando para não usar o "Não". Deixo os dois links atinentes. Quadro de Acordos: http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/04/tdah-e-acordos-quadro-de-tarefas-perdas.html
As relações familiares precisam ser otimizadas, querida, pois isto de teu esposo pedir para não perderes o controle, ela já percebeu. Querendo, tem várias dicas em meu Livro TDAH Crianças que Desafiam. Podes ver mais sobre ele, aqui: http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2014/02/livro-tdah-criancas-que-desafiam.html
A intervenção com a psicopedagoga pode ser tudo que ela precisa! Vai depender do Amor que esta profissional vai dedicar à menina. E não se deter apenas no "fazer-fazer" para ser "aprovada" e, sim, conduzi-la de forma lúdica, aprender brincando. É o que falta em muitas escolas.
Retira a alimentação industrializada, bem como a carne vermelha, o leite animal. Tudo hiperativa. Algumas dicas constam aqui: http://www.tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2015/09/tdah-carne-vermelha-acucar-alimentos.html
E brinca, brinca muito com ela. Ter um pet (especialmente um cãozinho desses adotados, filhote, que, por já terem passado por sofrimento, são extremamente gratos e dóceis). Ela ser a responsavel por dar o alimento a ele, a fazer cocô e xixi no lugar certo (sem apanhar quando errar), levar para passear, dar banho, vai ajudando a que ela mesma vá se disciplinando. Daqui, desejo Muitas Alegrias e Paz!
Leva num oftalmo, também, pois aqui, em nosso círculo familiar, temos um querido que, também inteligente e sagaz, tinha extrema dificuldade em realizar as tarefas, também copiar da lousa. Teve de fazer uma cirurgia de ajuste!! Beijos!
Marise Jalowitzki
Querendo, leia mais nesta página de links:
Menina foi chamada de a mais
imatura da classe pela professora.
Quem defende estes pequenos?


TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade 






Texto enviado pela mãe:
Bom dia Marise!
Estava lendo um blog em que você respondia perguntas de mães angustiadas como eu, sobre o tema TDAH.
Não consegui comentar por lá, então resolvi te enviar um email.
Minha filha está com 6 anos, quase 7. A uns três eu comecei a ser sinalizada por professoras que ela tinha falta de atenção, brincava muito em sala de aula, eu não dei muita importância, porque achava que era apenas uma crianças brincando sem limites. Um tempo depois, quando começaram as tarefas para casa, eu perdi minha paciência por muitas vezes, pois eram inúmeras horas para se fazer um pequeno trabalho de casa. Só que eu acho que coloquei uma venda nos olhos, e não quis aceitar que tinha algo errado.
Nós mudamos de cidade ano passado, ela já no 1º ano do ensino Fundamental, e as dificuldades, reclamações de professoras continuaram. Meu marido passou a ficar em casa com ela e eu fui trabalhar, e ele está ficando doido, porque as tarefas de casa levam 3 horas para terminar e com a comida também. Tudo isso agente achava que era falta de regra.
Agora ela está com uma nova professora, essa mais doce e cuidadosa do que a do ano passado. Fui a reunião de Pais semana passada e a reclamação é a mesma: Não se concentra, brinca o tempo todo. Aí sugeri de cara que coloque-a sozinha próximo a professora, ela disse que já fez. Ontem, domingo, fui colocar o material escolar em ordem. Simplesmente todos TODOS os trabalhos de casa que tem copiar do quadro só tem uma linha e olhe lá, TODOS incompletos. Aí me desesperei, acho que a ficha caiu. Coloquei ela pra copiar um paragrafo de um livro da Cinderela, paragrafo pequeno, ela levou simplesmente 1 hora e 30 minutos para copiar. Ela chora, inventa dor de barriga, calor, levanta, senta, levanta, senta, fecha o livro, abre o livro, fala, fala, fala, começa a brincar com o lápis, a borracha, a cachorra que está dormindo, o pé, a nuvem, a mosca, tudo. Eu ao lado dela, completamente desgastada, comecei a chorar. Porque a impressão que dá é que sua filha não se importa com o que você está ensinando, é desobediente e desafiadora e ponto. Mas ao mesmo tempo, vejo que ela fica angustiada e triste com minha insatisfação com ela.
Meu marido me chamou a atenção algumas vezes porque perco o controle. É porque não estou acostumada com isso, se for diagnosticada com TDAH mesmo eu terei que ir pro psicólogo, eu sempre fui uma criança bem resolvida, atenta, que sabe o que quer e não gosta de perder tempo. Nunca precisei dos meus pais nem professores no meu pé. Chegava, sentava e fazia meus deveres e depois ia brincar. Eu acabo cobrando o mesmo dela e me aborreço porque cada dia que passa o retorno é mais negativo. Eu não quero fazer minha filha sofrer, preciso ajudá-la. Meu marido tem dislexia, mas os sintomas dela são completamente diferentes do dele. Ele não consegue ler, nem escrever, ela lê muito bem e escreve vem, sabe soletrar que é uma beleza. Ele se concentra nas coisas, ela em nada, apenas na televisão, mas mesmo assim virando de cabeça para baixo no sofá. Ela se desconcentra com tudo, até na hora do banho, ela entra num mundo imaginários de brincadeiras e esquece o que foi fazer ali. 
Marquei uma psicopedagoga para ela essa semana, estou confiante de que teremos respostas para colocar algum plano de ação e ajudá-la a melhorar. Porém andei lendo muitas coisas, e muitos profissionais citam remédios controlados. Não queria chegar a esse ponto. Vi nos seus comentários que tem possibilidade de Florais, Remédios homeopáticos entre outros. Gostaria de saber mais. E também se há um esporte que ela possa fazer para melhorar essa questão. E se realmente o psicopedagogo é o mais aconselhável a ajudar.

Desde já agradeço a paciência.

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Irvine é um dos Centros Pedagógicos bastante completos, oferecendo às crianças diversos métodos de ensino para repassar os conteúdos.


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T-O-D-A-S as crianças são joias preciosas que aportam em nossos lares. Nós as lapidamos, elas se formatam de acordo com o que pais, mães, adultos semeiam, plantam, mostram como exemplo e servem como modelo! Recebam o nome, "categoria", a designação que for, elas são assim: Lindas, Inocentes, Esperançosas!!

 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

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