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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Autismo e outras doenças - Minicérebros, Organoides, feitos a partir de células tronco de neandertais, podem ser comparados a um recém nascido

Nova descoberta. A atividade elétrica dos mini-cérebros estudados no Laboratório do Dr. Alysson Muotri, podem ser comparados a um recém-nascido
O objetivo é compreender como se dá o desenvolvimento do cérebro humano e identificar alterações neurológicas ligadas a patologias como autismo, por exemplo.




tudo muito, muito, muito fantástico! Torcendo muito pelo sucesso do estudo e pesquisas, e que tudo seja usado para o Bem, como a utilização para cura de doenças como autismo, esquizofrenia, mal de Alzheimer. Organoides no espaço. Acompanhando com grande interesse o desenvolvimento de tudo.

Transcrito de UOL:

Pequenos organoides humanos semelhantes a "minicérebros" primitivos foram enviados pela NASA à Estação Espacial Internacional e os primeiros resultados sugerem que eles estariam produzindo ondas cerebrais simples. O feito fez os cientistas se questionarem se esses "minicérebros" seriam realmente incapazes de produzir consciência, como se acreditava até então. O brasileiro Alysson Muotri é quem encabeça essa pesquisa na Universidade da Califórnia em San Diego, nos Estados Unidos. Em entrevista ao jornal "The New York Times", ele explica que os organoides (termo correto para "minicérebros") foram desenvolvidos a partir de pele humana em células-tronco e induzidos a se desenvolverem como células cerebrais em um embrião.

Em julho, a agência espacial americana NASA colocou esses organoides em um foguete e os enviou à Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês). O objetivo é ver como eles se desenvolvem em um ambiente de gravidade zero. Colocados dentro de uma caixa de metal, os astronautas da estação os alimentam com caldo nutritivo. "Eu acho que eles estão se replicando como loucos neste estágio e, portanto, teremos organoides maiores", disse em Muotri ao jornal americano. Na última quinta-feira, a equipe de Muotri publicou na Cell Steam Cell um relatório no qual aponta que os organoides estão produzindo ondas cerebrais simples. 

Em cérebros humanos maduros, essas ondas são produzidas por complexas redes de neurônios que trabalham em sincronia. Cada tipo de onda produz uma atividade cerebral diferente, como sonhar ou recordar. Os cientistas também perceberam que os organoides estão amadurecendo e as ondas mudando, se assemelhando ao comportamento de um cérebro de bebê prematuro. 

Embora produzidos com células humanas e semelhantes a cérebros, cientistas enfatizam que esses organoides não são cérebros de verdade, portanto, incapazes de ter consciência. A descoberta de Muotri e sua equipe, no entanto, pode fazer os cientistas repensarem esta crença.


"Alguns de meus colegas dizem: 'Não, essas coisas nunca serão conscientes'. Agora não tenho tanta certeza - Alysson Muotri ao NYT
minicérebros (organóides) feitos a partir de células tronco de neandertais


Ao NYT, o cientista chefe e presidente do Allen Brain Institute em Seattle, Christof Koch, explicou que a produção de organoides conscientes pode representar uma séria preocupação ética à ciência. "Quanto mais chegamos ao seu objetivo, maior a probabilidade de termos um cérebro capaz de senciência e de sentir dor, agonia e angústia", disse Koch.

Os organoides têm sido utilizados pela ciência para estudar o cérebro humano. Há um ano, Alysson Muotri contou ao UOL como colocou "minicérebros" de neandertais em robôs para ensiná-los a andar.


O objetivo era compreender como se dá o desenvolvimento do cérebro humano e identificar alterações neurológicas ligadas a patologias como autismo, por exemplo. É para tornar estes estudos mais precisos que Moutri quer desenvolvê-los o mais próximo possível de um cérebro humano maduro. Por isso os organoides foram inseridos em robôs e agora enviados ao espaço. 

Na estação espacial, a caixa onde estão os "minicérebros" é um protótipo de um dispositivo que algum dia poderá produzir organoides sem intervenção humana. Os astronautas apenas instalaram a caixa, ligaram a energia e a deixam funcionar sozinha. 

Ela possui uma câmera por dentro que tira fotos a cada trinta minutos as quais que tira fotos a cada trinta minutos as quais Muotri pode monitorar de San Diego. Nas imagens, ele vê meia dúzia de esferas cinzas flutuando sobre um fundo bege, descreveu o NYT. 

"Eles são arredondados e têm mais ou menos o mesmo tamanho", disse Muotri. "Você não os vê se fundindo ou se agrupando. Então, essas são todas boas notícias". Ele disse que não se importa em ver se este experimento — fazer organoides em massa sem auxílio humano — tornar o seu trabalho em produzi-los obsoleto. "Acho que podemos usar nosso cérebro para algo mais nobre", termina.

https://www.uol.com.br/tilt/noticias/redacao/2019/09/04/cientistas-enviam-minicerebros-ao-espaco-e-detectam-atividades-cerebrais.htm?utm_source=chrome&utm_medium=webalert&utm_campaign=ciencia-e-saude




https://www.youtube.com/watch?v=rbqwjpbhB_s

Link neste blog: https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com/2019/09/autismo-e-outras-doencas-minicerebros.html


LEIA TAMBÉM:

Modafinil, Stavigile no Brasil, proibido para crianças. Riscos altos demais –  Drs. Ahmed Dahir Mohamed  e Alysson Muotri 

Modafinil,  Stavigile no Brasil, comercializada também como Provigil, Vigil, Modioda, Modavigil, Vigicer. Nos EUA, os riscos foram considerados altos demais e o medicamento foi proibido para crianças.



 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 




quinta-feira, 5 de outubro de 2017

TDAH e alucinações - Psicose e Mania - Crianças podem enxergar vermes, insetos ou cobras rastejando em seus corpos, tudo efeito das drogas psiquiátricas - Reuters e Daily Mail


crianças menores de 10 anos são mais suscetíveis aos efeitos colaterais psiquiátricos - uso de medicação psicotrópica para tdah - após uma crise nervosa assim aterrorizante, sua prostração é imensa. E o medo de uma nova alucinação se instala. Pais, procurem as outras medicinas(homeopatia, medicina antroposófica, medicina chinesa, etc.)


 "Psicose ou mania podem surgir no curso do tratamento." - Dr. Andrew Mosholder

Ontem comentava com uma mãe sobre o tema, ela dizendo: "Meu filho nunca teve nada disso antes! Depois que começou a tomar 'esses remédios' passou a ver coisas e gritar assustado!"
"E o que diz o neuro?" - perguntei.
"Diz que é da doença!"
"E se eu te disser que pode ser do 'remédio'??"
"Pois eu também cheguei a pensar nisto!"


publicado neste blog em 06.outubro.2017

"As drogas para o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) podem causar a presença de alucinações, mesmo quando tomadas como indicado, disseram pesquisadores.

Os pesquisadores da US Food and Drug Administration (FDA) analisaram dados de 49 estudos clínicos realizados por fabricantes de drogas e descobriram que podem causar psicose e mania em pacientes, incluindo alguns sem fatores de risco óbvios.
Em alguns casos, as crianças alucinavam que vermes, insetos ou cobras estavam rastejando nelas.

"Pacientes e médicos devem estar cientes da possibilidade de que os sintomas psiquiátricos consistentes com psicose ou mania possam surgir no curso do tratamento", o Dr. Andrew Mosholder e colegas escreveram na revista Pediatrics.

Sua análise fornece novos detalhes sobre os riscos conhecidos das drogas, que incluem NOVN.VX,  Ritalin da Novartis AG e  Focalin XR, o Adderall XR da Shire Plc e o patch Daytrana, o Concerta Johnson & Johnson, o Metadate CD de Eli Lilly e Co Strattera (atomoxetina) e Celltech Pharmaceuticals Inc. (DMayl e Reuters)

Também inclui dados sobre modafinil (vendidos como Provigil, Modioda, Vigil, Modavigil, Vigicer), droga de narcolepsia que foi rejeitada como tratamento de TDAH em criançasNo Brasil, modafinil é vendido com os nomes comerciais de Stavigile.

A porta-voz da FDA, Sandy Walsh, disse que os dados formaram a base para avisos recentes sobre efeitos colaterais psiquiátricos que foram adicionados aos rótulos dos produtos nos últimos anos.


Milhões de crianças usam drogas para tratar sintomas de TDAH. Para 60 por cento, a condição continua na idade adulta e a pesquisa no ano passado revelou que o adulto médio perde 22 dias de trabalho por ano para o transtorno.

O TDAH é marcado por inquietação, impulsividade, desatenção e distração que podem interferir na capacidade de uma criança em prestar atenção na escola e manter relações sociais.

Em um relato sobre psicose, "O número de casos de psicose ou mania em ensaios clínicos pediátricos foi pequeno, Mosholder e colegas. descreveram uma garota de sete anos que tomou uma dose de 18 mg de Strattera ou atomoxetina, que começou a falar sem parar em poucas horas depois de tomar sua primeira dose.

"Duas horas depois de tomar sua segunda dose de atomoxetina, a criança começou a correr muito rápido, parou de repente e caiu no chão. O paciente disse que "corria para uma parede" (não havia parede ali) ", escreveram.

"O número de casos de psicose ou mania em ensaios clínicos pediátricos foi pequeno, no entanto, observamos uma ausência completa de tais eventos com tratamentos com placebo".

O Dr. Harold Koplewicz, do Centro de Estudos da Criança da Universidade de Nova York, disse: "Crianças menores de 10 anos são mais suscetíveis a efeitos colaterais negativos da droga da mesma forma que os idosos são. Estes efeitos colaterais adversos são raros.A bopa notícia é que, uma vez que você interrompe o uso do medicamento, os efeitos colaterais desaparecem".

"Nós sabemos que os medicamentos que afetam neuroquímicos em seu cérebro, para aumentar a sua atenção e torná-lo menos impulsivo, também podem ter um efeito sobre outros neuroquímicos em seu cérebro que afetam o humor", disse ele.

Ambos os investigadores da Koplewicz e da FDA pediram aos médicos que discutam os potenciais efeitos colaterais com os pais e as crianças para ajudar a aliviar a ansiedade, se tais sintomas ocorrerem.

Ambos os investigadores da Koplewicz e da FDA pediram aos médicos que discutam os potenciais efeitos colaterais com os pais e as crianças para ajudar a aliviar a ansiedade, se tais sintomas ocorrerem."

Fontes:
Daily Mail - http://www.dailymail.co.uk/health/article-1127684/ADHD-drugs-cause-children-hallucinations.html

Reutershttp://www.reuters.com/article/us-adhd-drugs-idUSTRE50P0QS20090126 Editado por Maggie Fox e Alan Elsner

PAIS E MÃES, PROCUREM as outras medicinas: homeopatia, medicina antroposófica, medicina chinesa, além das Práticas Integrativas reconhecidas pelo Ministério da Saúde (Reiki, Acupuntura, Quiropraxia).

Há outras alternativas para o tratamento de tdah.

Há vida saudável fora das drogas psiquiátricas.

Chega de drogar seu filho!



ver links: http://drleonardcoldwell.com/drugs-prescribed-to-children-for-adhd-are-molecularly-identical-to-street-drugs-and-are-really-powerful-psychotropic-mind-altering-chemicals/

Mais sobre o tema:


Modafinil,  Stavigile  


Nos EUA, os riscos foram considerados altos de mais e o medicamento foi proibido para crianças.
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/04/sobre-o-uso-de-modafinil-e-ritalina-em.html





Advertências para drogas usadas para tratar TDAH  chegam muito tarde para muitos 


Do Livro TDAH Crianças que Desafiam:
"De acordo com especialistas norte-americanos, as drogas do tipo das anfetaminas como Ritalina, Adderall (usado em narcolepsia, TDAH e como emagrecedor) e Dexedrine (EUA) e os inibidores seletivos de recaptação da serotonina (ISRS), como Prozac, Zoloft (usado em casos de distúrbios do humor, transtornos do humor, pânico, depressão maior, distimia)Paroxetina (Seroxat, Paxil, Paxtrat, Arotin... entre outros nomes comercias) e Luvox (maleato de fluvoxamina), Vyvanse (Venvanse, no Brasil) e Strattera (EUA) podem causar efeitos secundários graves.

Outra pesquisa, da FDA (Food and Drugs Administration), órgão de vigilância sanitária dos EUA, e do NIMH (National Institute of Mental Health), feita em 2009, traz mais dados assustadores. O risco de morte súbita para adolescentes que tomaram Ritalina é de dez a 14 vezes maior do que para aqueles que nunca usaram o metilfenidato. (pág. 124 - Efeitos colaterais e riscos devido ao uso de medicamentos psicotrópicos)



As crianças hiperativas mortas por estas drogas representam apenas a ponta do iceberg.
Você pode ter certeza que muitas mais crianças estão sendo  prejudicadas em diferentes graus e em variadas maneiras, sem qualquer consciência da família ou médico." (Sheila Rogers, Diretora ACN)

Sheila Rogers Demaré é uma líder no campo de terapias integrativas para transtornos neuropsiquiátricos. Ela é fundadora e diretora da organização sem fins lucrativos internacional Association for Comprehensive Neurotherapy e editora do site www.Latitudes.org, que se concentra em encontrar tratamentos alternativos para síndrome de Tourette, ansiedade, autismo, déficit de atenção / hiperatividade (ADD / ADHD), depressão, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), tics e dificuldades de aprendizagem.
Leia na íntegra:
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2016/01/drogas-para-tdah-psicopatas-artificiais.html

 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:

http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/

Para adquirir e obter mais informações, veja no blog  (AQUI) ou encaminhe e-mail para:
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