Mostrando postagens com marcador antipsicóticos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador antipsicóticos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Alguns dados sobre a droga Risperidona, usada contra a agressividade em crianças




Antipsicóticos são prescritos para crianças com menos de 3 anos e o diagnóstico é TDAH! Risperidona é um antipsicótico atípico.



Antipsicóticos
Os antipsicóticos são substâncias que reduzem delírios e alucinações, sintomas que caracterizam manifestações psicóticas. Risperidona é um antipsicótico.

Lamentavelmente, os antipsicóticos têm sido empregados de modo abusivo em crianças com quadros psicóticos, autismo e/ou retardo mental, muitas vezes sem se levar em conta os efeitos neurotóxicos potenciais nesses pacientes.24 Como esses quadros são condições crônicas e de difícil manejo, o clínico tende a fazer uso frequente dessas drogas, mantendo-as por tempo prolongado, sem controle adequado dos sintomas-alvo. 


A orientação adequada sugere proceder uma reavaliação do quadro a cada seis meses, observar a existência ou não de movimentos anormais e a necessidade da reintrodução da medicação.

Embora a risperidona apresente uma melhora inicial significativa na vida de muitas crianças, também está associada com um número de efeitos adversos potencialmente graves. A decisão de iniciar o uso deste medicamento tarjado só deve ser feita após uma avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios e uma discussão aprofundada com a família do paciente.(Pediatric Farmacoterapia) 
(...)

Tal como com outros antipsicóticos, o mecanismo exato de ação para a risperidona não é totalmente compreendido.(excerto pág.2)

A risperidona pode ter um impacto inicial significativo na redução da irritabilidade e agressividade em crianças com autismo, bem como melhorar os sintomas em crianças com doença bipolar e esquizofrenia. Enquanto que tem o potencial de fornecer um benefício considerável para estas populações de pacientes pediátricos, também está associada a efeitos adversos graves. Como resultado, os benefícios para o perfil de risco devem ser avaliados para cada criança e sua família antes de iniciar o tratamento. (pág.9)

http://www.medscape.com/viewarticle/571416_10
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12205284


Mais sobre risperidona:

Risperidona - Risperdal - Johnson & Johnson é condenada a pagar US$ 8 bilhões em indenização nos EUA


A empresa responde a mais de 13 mil processos de pessoas que afirmam que o uso do Risperdal quando crianças causou ginecomastia, o crescimento das glândulas mamárias em homens.



Parece que, nas academias, nem todos os fisicultores sabem do efeito colateral que alguns psicotrópicos podem causar. 90% dos pacientes que ingerem Risperdal (Risperidona) possuem níveis elevados de prolactina. A prolactina controla o desejo sexual em homens. 



No Brasil, segundo dados do IBGE, até 2010 existiam 924.732 pessoas diagnosticadas como sendo portadoras dos sintomas de TDAH, sendo que 184.481 em tratamento e fazendo uso de psicofármacos." (pág.51 - Livro TDAH Crianças que Desafiam) - Números que tem crescido m ritmo exponencial. Agora o Ministério da Saúde tornou Lei a necessidade de maiores averiguações antes da emissão do diagnóstico. Resolução 177/15 (entrou em vigor dia 01.jan.2016). Vamos ver como vai funcionar na prática.
Link: https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com/2016/01/tdah-raiva-e-risperidona.html

Priapismo - disfunção erétil - risperidona - ideias suicidas - TDAH - TOD - Efeitos Colaterais dos psicotrópicos em crianças
conheça mais dois relatos de pais apavorados com os efeitos colaterais que seus filhos apresentam, efeitos que desconheciam - Priapismo - disfunção erétil - risperidona - ideias suicidas - TDAH - TOD - Efeitos Colaterais dos psicotrópicos em crianças

Link: https://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/07/priapismo-disfuncao-eretil-risperidona.html





TDAH, TOD, agressividade - Efeitos colaterais - você sabia?


Na foto, Austin Pletger, primeiro menino - hoje com 22 anos - a receber indenização da farmacêutica fabricante, por efeitos colaterais pelo uso prolongado de risperidona, sem que os pais tivessem sido alertados - excesso de peso, mamilos desenvolvidos, transtorno na libido, disfunção erétil, desinteresse sexual.   





TDAH, Ritalina e Risperidona - Qual a Hora de Parar

Para os que tem dúvidas em relação à medicalização de psicotrópicos em crianças - Ritalina não é para agitação ou ansiedade!  Risperidona e o crescimento de mamas

http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2015/09/tdah-ritalina-e-risperidona-hora-de.html
LinkedIn: https://www.linkedin.com/pulse/article/tdah-ritalina-e-risperidona-hora-de-parar-marise-jalowitzki/edit





90% dos pacientes que ingerem Risperdal (Risperidona) 
possuem níveis elevados de prolactina.
A prolactina controla o desejo sexual em homens. 




Há relatos de desejo sexual alterado e até de produção de leite em tratamentos prolongados!






TDAH - Retirando Risperidona, substituindo por Floral Rescue 

Leia este importante relato de como uma criança reagiu favoravelmente quando a mudança aconteceu no mundo adulto e contexto.

Visão biopsicossocial (biológico-físico, emocional-reações e social-entorno-e-pessoas-cuidadoras) e não apenas biobiobio (uso de fármacos, químicos)


Por Marise Jalowitzki e Gracielle Prado


http://compromissoconsciente.blogspot.com.br/2014/09/tdah-retirando-risperidona-substituindo.html












 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano.









sexta-feira, 31 de março de 2017

Conhecendo Efeitos nocivos do aripiprazol - Abilify

cada vez mais usado em crianças, seja para quadros depressivos ou hiperativos...

Alexander C. Tsai, Harvard

Conhecendo efeitos nocivos do aripiprazol - Abilify
Por Marise Jalowitzki
31.março.2017
http://tdahcriancasquedesafiam.blogspot.com.br/2017/03/conhecendo-efeitos-nocivos-do.html

Creio que uma das cenas mais terríveis que assisti foi ver uma pessoa amada sob efeito do Abilify (aripiprazol). Nada podia ser feito, disse o médico, a não ser esperar que a "crise" pasasse!! Eu já havia manifestado minha vontade CONTRA este uso, mas, o que fazer quando um ser humano doente "cai" nas mãos de um médico que parece querer "convencer" todos os demais que "sabe tudo" e que "parentes só atrapalham? Eu já havia lido, já havia visto videos, mas..."essas coisas de internet, nada a ver..." E ali estava a cena triste que presenciara nos videos. Neste caso, uma mordedura exagerada, incontrolável, os dentes machucando os lábios a ponto de sangrar. Olhos desesperados, sem nenhuma condição de articular palavras...

Hoje, quando sei de tantas mães que administram em seus pequenos filhotes também este psicotrópico, com uma naturalidade espantosa, muitas vezes apenas consequencia da "naturalidade" com que o médico passa a receita... vem a certeza de que é preciso continuar difundindo e divulgando...

PELO MENOS, pais e mães precisam estar cientes do que estão decidindo para seus pequenos!



"O Abilify (princípio ativo aripiprazol) é um medicamento originalmente prescrito para esquizofrenia que é agora um dos mais populares tratamentos para transtorno bipolar e outros quadros
depressivos. Desde que foi aprovado para o uso expandido pela Administração de Drogas e Alimentos (FDA) dos Estados Unidos, em 2005, as vendas do Abilify dobraram e a droga tornou-se a primeira linha de tratamento para um grupo inteiro de psiquiatras."


"Um dos maiores problemas é que o Abilify pode causar acatisia, uma condição nervosa que essencialmente faz com que seja impossível ficar parado.

Veja como ela é descrita por um pessoa que fez uso deste psicotrópico: “Eu comecei a andar e era incapaz de ficar parado. Eu literalmente caminhei pelos corredores por três dias seguidos. Eu estava desesperado por socorro e senti que para me manter seguro eu precisava permanecer hospitalizado”.
Basicamente, é uma versão medicamente induzida da Epidemia de Dança de 1518.

"Felizmente, para colocar um fim neste mal basta parar de usar o Abilify… exceto, é claro, nos casos em que os sintomas continuam, mesmo depois do remédio não estar mais no seu organismo."

É a chamada discinesia tardia, onde os tiques se repetem e a pessoa não consegue mais controlar os movimentos.

"Comerciais do Abilify tocam ligeiramente no assunto pedindo que o usuário “fale com o seu médico sobre movimentos musculares incontroláveis, pois estes podem se tornar permanentes”. É isso mesmo: não somente você pode ser incapaz de ficar parado, como isso pode continuar para sempre."

E outra pessoa comenta: "O que é pior, o Abilify não é nem mesmo muito bom no tratamento do transtorno bipolar. Durante o estudo que levou à aprovação da droga pela FDA, menos de um quinto dos participantes realmente fizeram o tratamento até o fim. Além disso, o estudo foi financiado pelo fabricante da droga e sua agência de marketing.




O psiquiatra e pesquisador de Harvard, Alexander C. Tsai se refere ao uso expandido da droga (uso off label - fora do recomendado-aprovado) como “uma vergonha para a profissão”...."


Departamento de Psiquiatria
Boston, MA, Estados Unidos


Há países onde este psicotrópico já foi proibido...especialmente usado em idosos, nas casas de repouso, no uso prolongado os estragos são notáveis, agora cresce o número de prescrições para crianças pequenas... Mães relatando tiques após curto espaço de tempo. Crianças que começam a ter trejeitos de "maluquinhos", "retorcidos" (espressões usadas pelas mães), são tidos como transtorno mental, quando, na verdade, são efeitos das drogas psiquiátricas!

Mães, procurem a homeopatia, a medicina antroposófica, a fitoterapia, os Florais de Bach (ou outras essencias florais), a MTC - medicina tradicional chinesa, a acupuntura, a quiropracia! Há tantas saídas saudáveis!!

Mais sobre Abilify:


dentro do comprimido, um microchip que informa se o paciente efetivamente tomou o comprimido!

O primeiro comprimido digital chama-se Abilify MyCite e combina o medicamento antipsicótico aripiprazol com um pequeno sensor passível de ser ingerido. É usado no tratamento de esquizofrenia ou de doença bipolar. 

No Brasil, infelizmente, também para TDAH e outros transtornos.

Foi aprovado pela FDA, em 14.novembro.2017, a introdução de um microchip no psicotrópico Abilify (aripiprazol), para monitorar se o paciente efetivamente está tomando a droga psiquiátrica conforme a prescrição. Isto garante o controle por parte do médico, tribunais e família. 



 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM

Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade



quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Sobre os interesses da indústria farmacêutica e a ética médica - DSM V - Este catálogo nada inocente



É alarmante como eles conseguiram psicopatologizar a infância; no último DSM incluem-se até "birras" se elas ocorrem mais de três vezes por semana no período de um ano. 


Sobre os interesses da indústria farmacêutica e a ética médica

"Há alguns anos havia mil vezes menos diagnósticos para depressão.
No DSM III (Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais o luto só era considerado depressão depois de um ano.
No DSM IV, o tempo caiu para 2 meses!!
E agora, no DSM V, são apenas 2 semanas!!!
Por pior que tenha sido a relação, quem pode ultrapassar este estágio de perda em duas semanas?"

Peter Gotzsche, um dos mais renomados conferencistas antimedicalização 

DSM V - Este catálogo nada inocente


Peter Gotzsche - Cochrane - Denmark - Autor de "Como Big Pharma tem corrompido Saúde" é um
médico dinamarquês, pesquisador da área médica, e líder do Centro Nordic Cochrane em Rigshospitalet - Copenhagen. Também é colunista do Mad.




DSM V - Este catálogo nada inocente


O Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos anunciou que abandona a classificação que determina centenas de patologias-transtornos mentais com critérios externos e evidentemente orientadas às necessidades da indústria farmacêutica.

Médicos que compilaram o DSM-V psicopatologizaram tanto o comportamento das crianças, até o ponto de incluir até "birras".

 Por Jorge Portaneri e Monica Niel *
A última bomba acaba de explodir poucos dias antes de ser lançado ao mercado o novo manual de diagnóstico DSM V, da American Psychiatric Association, cuja elaboração foi plena por polêmicas e controvérsias. O Instituto Nacional de Saúde Mental Heath US deixa a classificação DSM. O NIMH (Instituto Nacional de Saúde Mental), agência de pesquisa biomédica do governo dos Estados Unidos e considerado o maior financiador de pesquisa em saúde mental em todo o mundo, anunciou que deixará de fazer uso do Manual de Diagnóstico e Classificação Estatística de Transtornos Mentais, por considerá-lo sem validade científica. Ele não foi submetido a controle-supervisão externo,  introduz uma mudança na concepção de categoria o projeto dimensional, o que faz com que não haja limites claros entre o normal e o patológico, alémde reduzir o número de indicadores para avaliação. Isso aumenta o risco de superdiagnósticos, patologizando a vida.
O manual continua ampliando a lista de transtornos feitos 'sob medida' para a indústria farmacêutica. Já em 1980 haviam acrescentado 112 novos distúrbios mentais para a terceira edição do DSM; na terceira edição revisada (1987) e na quarta revisão (1994) apareceram mais 58 outros transtornos.
O "transtorno de ansiedade social", primeiramente chamado de "fobia social", foi um dos sete novos transtornos de ansiedade criados em 1980. Na década de 1990 os especialistas chamaram de "o transtorno da década", insistindo que um em cada cinco americanos sofriam com isso.
Isaac Marks (renomado especialista em medo e pânico, com sede em Londres, que na década de 1960 reconheceu a ansiedade social) resistiu fortemente à inclusão da ansiedade social no DSM III como uma categoria específica de doença, devido à lista de comportamentos comuns associados a esta agitação. Em 1987, fica acrescentada a aversão a falar em público, o que torna o quadro ainda mais elástico para incluir praticamente todo mundo.
Em 2008 nos EUA quase metade das pessoas são considerados clinicamente doentes de algum quadro mental e quase um quarto da população- 67,5 milhões - tomou antidepressivos. Já estavam sendo prescritos 200 milhões de receita anualmente para tratar a depressão e a ansiedade.
Os diagnósticos para o transtorno bipolar aumentaram em 4.000 por cento. O excesso de medicação é impossível sem excesso de diagnósticos! Um dos responsáveis ​​pela chegada de transtorno bipolar aos  EUA é o psiquiatra Joseph Biederman, que há anos realiza estudos e conferências sobre o assunto e que já recebeu $ 1600000 (1,6 milhõs de dólares) entre 2000 e 2007, oriundos das farmacêuticas fabricantes dos medicamentos para o dito transtorno, para que ele continuasse investigando sobre o dito transtorno.
Até a década de noventa era uma condição desconhecida em crianças.Agora é um dos diagnósticos mais comuns em psiquiatria infantil, as visitas aumentaram 40 vezes em menos de 10 anos, sendo muitas das crianças "doentes", pequenos de dois e três anos.

A escandalosa relação da "criação" destas novas enfermidades com o negócio de psiquiatria foi revelado por um estudo realizado pela psicóloga americana Lisa Cosgrove revelou que dos 170 membros do grupo de trabalho do DSM, ou seja, aqueles que fazem do DSM o manual de psiquiatria tido como referência mundial, 95 membros (ou seja, 56 por cento de toda a equipe) tiveram uma ou mais relações financeiras com as empresas farmacêuticas.
É alarmante como eles conseguiram psicopatologizar a infância; no último DSM incluem-se até "birras" se elas ocorrem mais de três vezes por semana no período de um ano. O governo dos EUA diz que com base nesses parâmetros uma em cada cinco crianças tem um distúrbio de saúde mental.
Estes conceitos são também os que permitiram a aprovação em Santa Fe, recentemente, de uma lei de autismo. O deputado Avelino Lago, autor do projeto, manipulou cifras que falam de 32.000 crianças com autismo na província. O PDD (TGD em espanhol), ou espectro autista (como aparece no DSM V, que amplia ainda mais sua cobertura) é diagnosticado com questionários como ocorre também com o TDAH (neste caso, o IRC - ou CHAT em espanhol), geralmente respondido pelos pais de como eles percebem os comportamentos: pouco, muito, geralmente. Isto é, em ambos os casos não são especialistas que diagnosticam e, sim, os que respondem ao questionário.
Neste caso, é um instrumento que só é útil para avaliar situações a grosso modo, já que não permite qualquer diagnóstico diferencial a respeito de uma situação circunstancial, o que faz com que uma criança fique excluída de uma problemática eventualmente mais grave e permanente. Em contrapartida, tal avaliação está sendo usada para determinar que uma criança de 18 meses tem uma doença incurável, que só pode ser tratada sintomaticamente, fato que marcará seriamente sua vida dali em diante.
Por tudo isso nós consideramos imprescindível nos pronunciarmos contra o uso do DSM como posição ética a ser assumido por todas as instituições que são responsáveis ​​por decisões políticas sobre o estado de Saúde Mental da população.
* Presidentes respectivos do Colégio de Psicólogos da Província de Santa Fé do 1º e 2º Distrito.
http://www.pagina12.com.ar/diario/suplementos/rosario/21-39868-2013-07-25.html



Este artigo foi publicado em 2013, pouco antes da divulgação do DSM V.

O DSM V é adotado no Brasil, 2º maior consumidor de metilfenidato (ritalina e concerta, além de outros), usado especialmente para o TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade


 Marise Jalowitzki é educadora, escritora, blogueira e colunista. Palestrante Internacional, certificada pelo IFTDO - Institute of Federations of Training and Development, com sede na Virginia-USA. Especialista em Gestão de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas. Criou e coordenou cursos de Formação de Facilitadores - níveis fundamental e master. Coordenou oficinas em congressos, eventos de desenvolvimento humano em instituições nacionais e internacionais, escolas, empresas, grupos de apoio, instituições hospitalares e religiosas por mais de duas décadas Autora de diversos livros, todos voltados ao desenvolvimento humano saudável. marisejalowitzki@gmail.com 

blogs:
www.compromissoconsciente.blogspot.com.br


LIVRO TDAH CRIANÇAS QUE DESAFIAM
Informações, esclarecimentos, denúncias, relatos e dicas práticas de como lidar 
Déficit de Atenção e Hiperatividade